<br />
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	<title>Segurança &#8211; Leguian</title>
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	<title>Segurança &#8211; Leguian</title>
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		<title>Aviso sobre lacre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jan 2020 14:31:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[Prezados amigos e clientes, recebemos algumas dúvidas referente ao nosso lacre que não está vindo padronizado com a nossa logomarca Leguian, gerando dúvidas sobre a procedência de nossa água. Agradecemos e entendemos a preocupação e por meio desta nota gostaríamos &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2020/01/13/aviso-sobre-lacre/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados amigos e clientes, recebemos algumas dúvidas referente ao nosso lacre que não está vindo padronizado com a nossa logomarca Leguian, gerando dúvidas sobre a procedência de nossa água. Agradecemos e entendemos a preocupação e por meio desta nota gostaríamos de deixar claro que momentaneamente alguns estão vindo em azul e sem a logomarca pois nosso fabricante está com alta demanda de pedidos devido aos problemas na água da CEDAE.</p>
<p>Reiteramos que não há nenhum tipo de adulteração ou qualquer mudança na qualidade de nossa água por conta disso, optamos por utilizar o lacre de segurança mesmo não-padronizado justamente para continuar garantindo para todos vocês a qualidade que estão acostumados.</p>
<p>Água não é tudo igual, Leguian é diferente.</p>
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		<title>Ozônio: rápido e eficaz para garantir qualidade da água</title>
		<link>https://leguian.com.br/2019/06/06/ozonio-rapido-e-eficaz-para-garantir-qualidade-da-agua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 12:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Composto apenas por partículas de oxigênio, o gás é um poderoso oxidante natural, o que lhe confere uma capacidade única de tratamento e desinfecção da água Da Redação Leguian &#160; Eficiente, rápido, seguro, ambientalmente limpo e mais econômico que seus &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/06/06/ozonio-rapido-e-eficaz-para-garantir-qualidade-da-agua/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-2679 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/06/ozonio.jpg" alt="" width="752" height="401" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Composto apenas por partículas de oxigênio, o gás é um poderoso oxidante natural, o que lhe confere uma capacidade única de tratamento e desinfecção da água</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Da Redação Leguian</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eficiente, rápido, seguro, ambientalmente limpo e mais econômico que seus concorrentes: esse é o ozônio. Mas o que isso tem a ver com você? Muita coisa! Uma delas é que esse gás natural é capaz de eliminar bactérias, vírus e parasitas na água que você bebe. Eclético, o ozônio já é usado em diferentes situações, que podem ir desde a lavagem de alimentos, como frutas, legumes e folhagens, até no tratamento de efluentes, desinfecção de piscinas, eliminação de limo e depósitos em tubos e conexões, entre outros. Essa versatilidade é graças à sua eficácia e segurança.</p>
<p>O ozônio é um gás formado por três átomos de oxigênio apenas. Nada mais. Tal característica faz dele um poderoso oxidante natural, o que lhe confere uma capacidade única de tratamento e desinfecção da água. Em poucos minutos no contato com a água ele desinfeta e evapora sob a forma de oxigênio, sem deixar odor ou gosto.</p>
<p>No Brasil, uma de suas mais importantes aplicações é no tratamento da água que você, assegurando a pureza do produto ao eliminar possíveis contaminantes da própria água em si, e atuando também na desinfecção de sistemas de lavagem de garrafas e das tubulações por onde a água passa dentro do seu processo de industrialização.</p>
<p>Nessa missão, ele é mais eficiente e mais seguro que o consagrado cloro. O ozônio mata ainda microrganismos como <em>E-coli</em>, <em>Salmonella</em>, <em>Listeria</em>, <em>Giardia</em> e <em>Cryptosporidium</em> e destrói rapidamente estreptococos, estafilococos, bacilos do cólon, etc. Oferece também outras vantagens agregadas como a não produção de toxinas, como ocorre no caso do cloro, que, com por intermédio de reações com a matéria orgânica, gera compostos organoclorados cancerígenos.</p>
<p>As águas engarrafadas, sejam minerais ou adicionadas de sais, não podem representar riscos à saúde do consumidor. Para isso, todo o processo industrial, que envolve captação, processamento e envase, deve obedecer às condições higiênico-sanitárias e às famosas <a href="http://leguian.com.br/2019/02/14/boas-praticas-de-fabricacao-de-agua/"><strong>Boas Práticas de Fabricação</strong></a>, sem alteração e comprometimento de suas características originais.</p>
<p>A higienização inadequada das embalagens, por exemplo, pode facilmente resultar na condenação do lote de água. De acordo com o Ministério da Saúde, neste produto não pode ser constatada a presença de agentes contaminantes tais como E-coli, coliformes fecais ou totais, além do limite de 2 UFC/mL.</p>
<p><strong>O ozônio na Leguian</strong></p>
<p>Aqui no Brasil, a Leguian também vale-se dos benefícios do ozônio em sua indústria para assegurar qualidade e segurança ao consumidor final. O químico responsável da Leguian, Bruno Affonso dos Santos, explica que no processo industrial da empresa, o ozônio é utilizado não apenas na higienização de reservatórios, tubulações, enchedora e garrafões mas também no próprio tratamento da água de envase. “O ozônio é injetado na água dos reservatórios onde fica por um tempo que chamamos de tempo de contato mínimo de 3 horas para fazer o efeito bactericida. Por ser um gás muito instável, sua molécula tem vida curta e, em pouco tempo se decompõe naturalmente e volta a ser oxigênio. O ozônio é importante para garantir que a água utilizada no preparo dos produtos irá se manter livre de qualquer tipo de contaminação microbiológica. Através das análises microbiológicas realizadas diariamente, é monitorada a eficiência dos processos de tratamento da água e higienização dos reservatórios, tubulações, maquinário e garrafões”, explica Bruno.</p>
<p><strong>Mundo afora</strong></p>
<p>Conforme a pesquisa avança e novas tecnologias vão se tornando disponíveis, diversos países passam a adequar suas legislações e, com vistas à segurança pública, têm caminhado em direção à ampliação do uso do ozônio. Nos Estados Unidos, por exemplo, o ozônio já é reconhecido pela sua Agência de Proteção Ambiental (EPA) por atender às regras mais atuais e futuras da Lei da Água Limpa, de acordo com Paul K. Overbeck, diretor executivo da Associação Internacional do Ozônio (IOA).</p>
<p>Já no Canadá, o ozônio pode ser adicionado à água durante o processo de engarrafamento como desinfetante para inibir o crescimento de microrganismos nocivos. Como se decompõe em oxigênio, o ozônio também acaba sendo eficaz na preservação das qualidades de odor e sabor da água. O uso do ozônio está em franco crescimento no mundo.</p>
<p><strong>Outros riscos</strong></p>
<p>Veja mais sobre outro problema de contaminação na água na reportagem <a href="http://leguian.com.br/2019/04/24/reportagem-alerta-sobre-contaminacao-da-agua-por-agrotoxicos/"><strong><em>Coquetel Perigoso</em></strong></a>, do Repórter Brasil e Agência Pública, que apresentou os resultados de uma pesquisa feita no Brasil, revelando que a indesejável e perigosa presença de princípios ativos de agrotóxicos na água consumida por grande parte da população brasileira é maior e mais abrangente do que se supunha.</p>
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		<item>
		<title>Reportagem alerta sobre contaminação da água por agrotóxicos</title>
		<link>https://leguian.com.br/2019/04/24/reportagem-alerta-sobre-contaminacao-da-agua-por-agrotoxicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 15:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Coquetel perigoso &#160; Levantamento aponta que 1 a cada 4 cidades brasileiras tem água contaminada por 27 tipos de agrotóxicos &#160; Por Ana Aranha e Luana Rocha, Repórter Brasil e Agência Pública &#160; Um coquetel que mistura diferentes agrotóxicos foi &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/04/24/reportagem-alerta-sobre-contaminacao-da-agua-por-agrotoxicos/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="hrule clearfix" style=""></div>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Coquetel perigoso</strong></h1>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Levantamento aponta que 1 a cada 4 cidades brasileiras tem água contaminada por 27 tipos de agrotóxicos</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Por Ana Aranha e Luana Rocha, <em>Repórter Brasil</em> e <em>Agência Pública</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um coquetel que mistura diferentes agrotóxicos foi encontrado na água consumida em 1 a cada 4 cidades do Brasil entre 2014 e 2017. Nesse período, as empresas de abastecimento de <strong><u><a href="http://portrasdoalimento.info/agrotoxico-na-agua/">1.396 municípios</a></u></strong> detectaram todos os 27 pesticidas que são obrigados por lei a testar. Desses, 16 são classificados pela Anvisa como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas. Entre os locais com contaminação múltipla estão as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis e Palmas.</p>
<p>Os dados são do Ministério da Saúde e foram obtidos em investigação conjunta da Repórter Brasil, da Agência Pública e da organização suíça Public Eye. As informações são parte do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), que reúne os resultados de testes feitos pelas empresas de abastecimento.</p>
<p>Os números revelam que a contaminação da água está aumentando a passos largos e constantes. Em 2014, 75% dos testes detectaram agrotóxicos. Subiu para 84% em 2015 e foi para 88% em 2016, chegando a 92% em 2017.</p>
<p>A falta de monitoramento também é um problema. Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.931 não realizaram testes nas suas redes de abastecimento entre 2014 e 2017.</p>
<p>Embora se trate de informação pública, os testes não são divulgados de forma compreensível para a população, deixando os brasileiros no escuro sobre os riscos que correm ao beber um copo d&#8217;água. Em um esforço conjunto, a Repórter Brasil, a Agência Pública e a organização suíça Public Eye fizeram um mapa com os agrotóxicos encontrados em cada cidade. O mapa revela ainda quais estão acima do limite de segurança de acordo com a lei do Brasil e pela regulação europeia, onde fica a Public Eye. <strong><u><a href="http://portrasdoalimento.info/agrotoxico-na-agua/">Consulte a contaminação da sua cidade</a></u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-545" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-300x180.png" alt="coquetel" width="800" height="479" srcset="https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-300x180.png 300w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-768x460.png 768w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-1024x613.png 1024w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel.png 1099w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O retrato nacional da contaminação da água gerou alarde entre profissionais da saúde. &#8220;A situação é extremamente preocupante e certamente configura riscos e impactos à saúde da população&#8221;, afirma a toxicologista e médica do trabalho Virginia Dapper. O tom foi o mesmo na reação da pesquisadora em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco, Aline Gurgel: &#8220;dados alarmantes, representam sério risco para a saúde humana&#8221;.</p>
<p>Entre os <strong><u><a href="https://portrasdoalimento.info/2019/04/12/conheca-os-27-agrotoxicos-encontrados-na-agua-que-abastasse-as-cidades-do-brasil/">agrotóxicos encontrados</a></u></strong> em mais de 80% dos testes, há <strong><u><a href="http://npic.orst.edu/chemicals_evaluated.pdf">cinco classificados como &#8220;prováveis cancerígenos&#8221;</a></u></strong> pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e seis apontados pela União Europeia como <strong><u><a href="http://ec.europa.eu/environment/archives/docum/pdf/bkh_annex_15.pdf">causadores de disfunções endócrinas</a></u></strong>, o que gera diversos problemas à saúde, como a puberdade precoce. Do total de 27 pesticidas na água dos brasileiros, 21 estão proibidos na União Europeia devido aos riscos que oferecem à saúde e ao meio ambiente.</p>
<p>Mistura preocupa pesquisadores A mistura entre os diversos químicos foi um dos pontos que mais gerou preocupação entre os especialistas ouvidos. O perigo é que a combinação de substâncias multiplique ou até mesmo gere novos efeitos. Essas reações já foram demonstradas em testes, afirma a química Cassiana Montagner. &#8220;Mesmo que um agrotóxico não tenha efeito sobre a saúde humana, ele pode ter quando mistura com outra substância&#8221;, explica Montagner, que pesquisa a contaminação da água no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), de São Paulo. &#8220;A mistura é uma das nossas principais preocupações com os agrotóxicos na água.&#8221;</p>
<div class="wpcmsdev-box">
<div class="box-content">
<p>Em 2012, a reportagem <em><strong>Potável, porém contaminada</strong></em>, realizada pelo <em>Jornal da UNICAMP</em>, já apresentava resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade em 16 capitais brasileiras. <a href="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/pagina3A_1.pdf"><strong>Leia aqui</strong></a>.</p>
</div>
</div>
<p>Os paulistas foram os que mais beberam esse coquetel nos últimos anos. O estado foi recordista em número de municípios onde todos os 27 agrotóxicos estavam na água. São mais de 500 cidades, incluindo a grande São Paulo &#8211; Guarulhos, São Bernardo do Campo, Santo André e Osasco &#8211; além da própria capital. E algumas das mais populosas, como Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto e Sorocaba. O estado do Paraná foi o segundo colocado, com coquetel presente em 326 cidades, seguido por Santa Catarina e Tocantins.</p>
<p>Os especialistas falam muito sobre a &#8220;invisibilidade&#8221; do efeito coquetel. As políticas públicas não monitoram a interação entre as substâncias porque os estudos que embasam essas políticas não apontam os riscos desse fenômeno. &#8220;Os agentes químicos são avaliados isoladamente, em laboratório, e ignoram os efeitos das misturas que ocorrem na vida real&#8221;, diz a médica e toxicologista Dapper.</p>
<p>Por isso, ela lamenta, as pessoas que já estão desenvolvendo doenças em decorrência dessa múltipla contaminação provavelmente nunca saberão a origem da sua enfermidade. Nem os seus médicos.</p>
<p>Questionado sobre quais medidas estão sendo tomadas, o <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-reposta-do-ministerio-da-saude/">Ministério da Saúde enviou respostas por email</a></u></strong> reforçando que &#8220;a exposição aos agrotóxicos é considerada grave problema de saúde pública&#8221; e listando efeitos nocivos que podem gerar &#8220;puberdade precoce, aleitamento alterado, diminuição da fertilidade feminina e na qualidade do sêmen; além de alergias, distúrbios gastrintestinais, respiratórios, endócrinos, neurológicos e neoplasias&#8221;.</p>
<p>A resposta, porém, ressalta que ações de controle e prevenção só podem ser tomadas quando o resultado do teste ultrapassa o máximo permitido em lei. E aí está o problema: o Brasil não tem um limite fixado para regular a mistura de substâncias.</p>
<p>Essa é uma das reivindicações dos grupos que pedem uma regulação mais rígida para os agrotóxicos. &#8220;É um absurdo esse problema ficar invisível no monitoramento da água e não haver ações para controlá-lo&#8221;, afirma Leonardo Melgarejo, engenheiro de produção e membro da Campanha Nacional Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. &#8220;Se detectar diversos agrotóxicos, mas cada um abaixo do seu limite individual, a água será considerada potável no Brasil. Mas a mesma água seria proibida na França.&#8221;</p>
<p>Ele se refere à regra da União Europeia que busca restringir a mistura de substâncias: o máximo permitido é de 0,5 microgramas em cada litro de água &#8211; somando todos os agrotóxicos encontrados. No Brasil, há apenas limites individuais. Assim, somando todos os limites permitidos para cada um dos agrotóxicos monitorados, a mistura de substâncias na nossa água pode chegar a 1.353 microgramas por litro sem soar nenhum alarme. O valor equivale a 2.706 vezes o limite europeu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Doses pequenas, risco grande </strong></p>
<p>Mesmo quando se olha a contaminação de cada agrotóxico isoladamente, o quadro preocupa. Dos 27 agrotóxicos monitorados, <strong><u><a href="http://www.pan-germany.org/download/PAN_HHP_List.pdf">20 são listados como altamente perigosos pela Pesticide Action Network</a></u></strong>, grupo que reúne centenas de organizações não governamentais que trabalham para monitorar os efeitos dos agrotóxicos.</p>
<p>Mas, aos olhos da lei brasileira, o problema é pequeno. Apenas 0,3% de todos os casos detectados de 2014 a 2017 ultrapassaram o nível considerado seguro para cada substância. Mesmo considerando os casos em que se monitora dez agrotóxicos proibidos no Brasil, são poucas as situações em que a presença deles na água soa o alarme. E esse é o segundo alerta feito por parte dos pesquisadores: os limites individuais seriam permissivos. &#8220;Essa legislação está há mais de dez anos sem revisão, é muito atraso do ponto de vista científico&#8221; afirma a química Montagner. &#8220;É como usar uma TV antiga, pequena e preto e branco, quando você pode ter acesso a uma HD de alta definição.&#8221;</p>
<p>Ela se refere a pesquisas mais recentes sobre os riscos do consumo frequente e em quantidades menores, um tipo de contaminação que não gera reações imediatas. &#8220;Talvez certo agrotóxico na água não leve 15% da cidade para o hospital no mesmo dia. Mas o consumo contínuo gera efeitos crônicos ainda mais graves, como câncer, problemas na tireoide, hormonal ou neurológico&#8221;, alerta Montagner. &#8220;Já temos evidências científicas, mas a água contaminada continua sendo considerada como potável porque não se olha as quantidades menores&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-2630 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/continuamente.png" alt="" width="807" height="600" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em resposta a essa crítica, um grupo de trabalho foi criado pelo Ministério da Saúde para rever os limites da contaminação. &#8220;Estamos fazendo um trabalho criterioso&#8221;, afirma Ellen Pritsch, engenheira química e representante da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental no grupo. Segundo ela, pesquisas internacionais e regulações de outros países estão sendo levados em conta. A previsão é que os trabalhos, iniciados em 2014, sejam concluídos em outubro.</p>
<p>Pelo menos 144 cidades detectaram o mesmo pesticida de modo contínuo durante os quatro anos de medições seguidos, segundo os dados. Mais uma vez, São Paulo é o recordista desse fenômeno de intoxicação. Especialistas ouvidos pela reportagem apontam o uso de pesticidas na produção de cana de açúcar como a provável origem para a larga contaminação do estado. &#8220;A cultura da cana é a que tem mais herbicidas registrados. Como São Paulo é um dos maiores produtores de cana, isso justifica sua presença elevada [de pesticidas na água]&#8221;, afirma Kassio Mendes, coordenador do comitê de qualidade ambiental da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas.</p>
<p>O diuron, um dos principais herbicidas usados pelo setor, foi detectado em todos os <strong><u><a href="https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/wp-content/uploads/sites/12/2018/06/Relat%C3%B3rio-de-Qualidade-das-%C3%81guas-Interiores-no-Estado-de-S%C3%A3o-Paulo-2017.pdf">testes feitos na água dos mananciais</a></u></strong> das regiões onde mais se cultiva cana no estado, segundo dados de 2017 da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). A <strong><u><a href="http://npic.orst.edu/chemicals_evaluated.pdf">substância é uma das apontadas como provável cancerígena</a></u></strong> pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empurra-empurra </strong></p>
<p>Depois de contaminada, são poucos os tratamentos disponíveis para tirar o agrotóxico da água. &#8220;Alguns filtros são capazes de tirar alguns tipos de agrotóxicos, mas não há um que dê conta de todos esses&#8221;, afirma Melgarejo. &#8220;A água mineral vem de outras fontes, mas que são alimentadas pela água que corre na superfície, então eventualmente também serão contaminadas.&#8221;</p>
<p>O trabalho preventivo, ou seja, evitar que os agrotóxicos cheguem aos mananciais, deveria ser primordial, afirma Rubia Kuno, gerente da divisão de toxicologia humana e saúde ambiental da Cetesb. &#8220;O esforço deve ser na prevenção porque o sistema de tratamento convencional não é capaz de remover os agrotóxicos da água&#8221;, afirma.</p>
<p>A reportagem procurou as secretarias do Meio Ambiente, Agricultura e Saúde e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para entender quais ações são tomadas no estado com o maior índice de contaminação. As respostas foram dadas pela <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-da-sabesp/">Sabesp</a></u></strong> e pela <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-da-secretaria-estadual-de-meio-ambiente-que-respondeu-em-conjunto-pelas-secretarias-da-saude-e-da-agricultura/">assessoria do Meio Ambiente</a></u></strong> com informações técnicas sobre o monitoramento. Nem as secretaria nem a empresa esclareceram o que está sendo feito para controlar ou prevenir o problema.</p>
<p>O Ministério da Saúde diz que a vigilância sanitária dos municípios e dos estados deve dar o alerta aos prestadores de serviços de abastecimento de água para que tomem as providências de melhoria no tratamento da água. &#8220;Caso os dados demonstrem que o problema ocorre de forma sistemática, é preciso buscar soluções a partir da articulação com os demais setores envolvidos, como órgãos de meio ambiente, prestadores de serviço e produtores rurais&#8221;, diz a nota enviada pelo órgão.</p>
<p>Questionado sobre quais ações estão sendo tomadas, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), que representa os produtores de agrotóxicos, fez uma defesa sobre a segurança dos pesticidas. Em nota, o grupo afirma que a avaliação feita pela Anvisa, Ibama e Ministério da Agricultura garante que eles são seguros ao trabalhador, população rural e ao meio ambiente &#8220;sempre que utilizados de acordo com as recomendações técnicas aprovadas e indicadas em suas embalagens&#8221;.</p>
<p>O <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-do-sindicato-nacional-da-industria-de-produtos-para-defesa-vegetal-sindiveg/">sindicato afirma que a aplicação correta dos produtos no campo é um desafio</a></u></strong> e atribui a responsabilidade aos trabalhadores que aplicam os pesticidas. &#8220;O setor de defensivos agrícolas realiza iniciativas para garantir a aplicação correta de seus produtos, uma vez que alguns problemas estruturais da agricultura como a falta do hábito da leitura de rótulo e bula e analfabetismo no campo trazem um desafio adicional de cumprimento às recomendações de uso.&#8221; Ao contrário do que ocorre em outros países, no Brasil as empresas que produzem agrotóxicos não se envolvem com o monitoramento da água, que é custeado pelos cofres públicos e pelas empresas de abastecimento.</p>
<p>Em Santa Catarina, que está entre os três estados com maior contaminação, o Ministério Público Estadual chamou a responsabilidade de prefeituras, secretarias estaduais, concessionárias de água, agências reguladoras e sindicatos de produtores e trabalhadores rurais. A iniciativa partiu dos resultados de um estudo inédito que encontrou agrotóxicos na água de 22 municípios. &#8220;Alertamos todos os órgãos públicos e privados envolvidos para buscar soluções, é preciso aplicar medidas corretivas para diminuir os riscos dos cidadãos&#8221;, diz a promotora Greicia Malheiros, responsável pela investigação. A iniciativa teve início em março desse ano e ainda não tem resultados.</p>
<p>Mais do que remediar a contaminação da água, a coordenadora técnica do estudo, a engenheira química Sonia Corina Hess, defende a proibição do uso dos pesticidas que oferecem maior risco. Das substâncias encontradas em seu estudo no estado catarinense, sete estão proibidas na União Europeia por oferecer risco à saúde humana. &#8220;Tem que proibir o que é proibido lá fora, tem que proibir o que é perigoso. Se faz mal para eles porque no Brasil é permitido?&#8221;, questiona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Perigoso na Europa, permitido no Brasil </strong></p>
<p>O controle da água feito pelo Brasil também está distante dos parâmetros da União Europeia. Com o objetivo de eliminar a contaminação, o continente fixou a concentração máxima na água em 0,1 micrograma por litro &#8211; valor que era o mínimo detectável quando a regulação foi criada.</p>
<p>Para descobrir como a água do Brasil seria avaliada pelo padrão europeu, a organização Public Eye classificou os dados fornecidos pelo Ministério da Saúde segundo o critério daquele continente. Alguns dos agrotóxicos mais perigosos ultrapassaram os limites europeus em mais de 20% dos testes. Entre eles, o glifosato e o mancozebe, ambos associados a doenças crônicas, e o aldicarbe, proibido no Brasil e classificado pela Anvisa como &#8220;o agrotóxico mais tóxico registrado no país, entre todos os ingredientes ativos utilizados na agricultura&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-2629 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/qual-o-limite.png" alt="" width="890" height="700" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O glifosato é o caso mais revelador sobre as peculiaridades do Brasil na regulação sobre agrotóxicos. <strong><u><a href="https://monographs.iarc.fr/wp-content/uploads/2018/06/mono112-10.pdf">Classificado como &#8220;provável carcinogênico&#8221;</a></u></strong> pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, órgão da Organização Mundial da Saúde, o pesticida está sendo discutido em todo o mundo. Há milhares de <strong><u><a href="https://www.theguardian.com/environment/2019/mar/09/spray-pray-is-roundup-carcinogenic-monsanto-farmers-suing">pacientes com câncer processando os fabricantes</a></u></strong> nos Estados Unidos &#8211; e vencendo nos tribunais -, além de protestos e petições pedindo a sua proibição na Europa. Não há consenso, entre as agências reguladoras, sobre sua classificação. No Brasil, que oficialmente colocou a substância em revisão desde 2008, o <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/02/governo-libera-registro-de-mais-de-um-agrotoxico-por-dia-neste-ano/">Ministério da Agricultura liberou novos registros</a></u></strong> para a venda de glifosato no início deste ano. O pesticida passou a ser vendido em novas formas, quantidades e por número maior de fabricantes.</p>
<p>Nos testes com a água do país, a controversa substância foi a que mais ultrapassou a margem de segurança segundo o critério da União Europeia: 23% dos casos acima do limite. Pela lei brasileira, o glifosato foi um dos que menos soou o alarme: apenas 0,02% dos testes ultrapassaram o nosso limite.</p>
<p>&#8220;Isso é um escândalo de saúde pública. Nós colocamos o limite alto, lá na estratosfera, e aí comemoramos que temos uma água segura&#8221;, questiona a pesquisadora Larissa Bombardi, professora de geografia na Universidade de São Paulo e autora de um <strong><u><a href="https://www.larissabombardi.blog.br/atlas2017">atlas que compara a lei brasileira e europeia</a></u></strong> no controle dos agrotóxicos. Seu estudo revela como nossos limites chegam a ser <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2017/11/agrotoxicos-alimentos-brasil-estudo/">5.000 vezes mais altos que os europeus</a></u></strong>. O caso mais grave é o do glifosato somado ao ampa: enquanto na Europa é permitido apenas 0,1 microgramas por litro na água, aqui no Brasil a legislação permite até 500 microgramas por litro.</p>
<p>Como o glifosato é o agrotóxico mais vendido no país, e também o que tem o limite mais generoso para presença na água, Bombardi lança suspeitas sobre os critérios usados: &#8220;no caso do glifosato é realmente difícil encontrar justificativa científica, parece ser mais uma decisão política e econômica&#8221;. O pesticida foi o mais consumido em 2017 no Brasil com 173 mil toneladas vendidas, segundo o Ibama. O volume corresponde a <strong><u><a href="https://www.globenewswire.com/news-release/2018/07/05/1533666/0/en/Global-Glyphosate-Market-Will-Reach-USD-10-88-Billion-By-2024-Zion-Market-Research.html">22% das estimativas de vendas para esse químico em todo o mundo</a></u></strong> no mesmo ano &#8211; o que faz do Brasil um importante mercado para as fabricantes, entre elas as gigantes Syngenta e a Monsanto &#8211; comprada pela Bayer no ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-2628 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/por-que-tanta-diferença.png" alt="" width="772" height="586" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A discrepância entre Brasil e Europa </strong></p>
<p>A larga diferença entre os limites fixados pela União Europeia e pelo Brasil é um dos principais argumentos dos críticos do uso da substância no Brasil. &#8220;Essa diferença só pode se dar por dois motivos. Ou porque nossa sociedade é mais forte, somos seres mais resistentes aos agrotóxicos. Ou mais tola, porque estamos sendo ingênuos quanto aos riscos que corremos&#8221;, provoca Melgarejo, da Campanha Contra os Agrotóxicos.</p>
<p>A engenheira química Ellen Pritsch, representante da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental no grupo de trabalho que reavalia os limites dos pesticidas na água, discorda. Para ela, os atuais limites são seguros e foram fixados com embasamento científico. &#8220;O critério brasileiro é dez vezes menor do que o efeito que geraria problema. Então, mesmo que seja encontrado um percentual acima esse valor, ainda assim seria menor [estaria abaixo do risco]&#8221;, afirma.</p>
<p>Antes de aprovar os registros dos agrotóxicos, as empresas fabricantes entregam estudos com testes feitos com animais em laboratórios. O Sindiveg, sindicato da indústria de fabricantes de pesticidas, defende que esses estudos são o suficiente para avaliar os riscos das substâncias. &#8220;São estudos de bioconcentração em peixes e micro-organismo, algas e organismos do solo, abelhas, microcrustáceos, peixes e aves&#8221;, afirma nota enviada pelo Sindiveg em resposta às perguntas da reportagem (<strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-do-sindicato-nacional-da-industria-de-produtos-para-defesa-vegetal-sindiveg/">leia na íntegra</a></u></strong>).</p>
<p>A principal reivindicação dos grupos que fazem campanha pelo controle dos agrotóxicos para evitar efeitos no Brasil é por mais restrição e até pela proibição de alguns dos pesticidas hoje aprovados no país, como a atrazina, o acefato e o paraquate, que são <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2018/12/agrotoxicos-proibidos-europa-sao-campeoes-de-vendas-no-brasil/">campeões de venda no Brasil</a></u></strong>, mas proibidos na União Europeia.</p>
<p>O governo parece apontar na direção oposta. A responsável pela pasta da agricultura, a ex-líder da bancada ruralista Tereza Cristina, foi presidente da comissão especial na Câmara que aprovou, em junho passado, o Projeto de Lei que propõe agilizar a aprovação de novos agrotóxicos no país. Apelidado pelos críticos como o &#8220;PL do veneno&#8221;, já gerou grande polêmica, sendo criticado em uma <strong><u><a href="https://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2018/05/dossie_parte_2.pdf">carta assinada por mais de 20 grupos</a></u></strong> da comunidade científica.</p>
<p>Sem previsão de conseguir maioria no Congresso para aprovar o PL, a estratégia parece ter mudado. Desde o início do ano, o Ministério da Agricultura publicou novos registros para 152 agrotóxicos, uma velocidade recorde de 1,5 aprovações por dia. Chamada para esclarecer as liberações em audiência na Câmara no último dia 9 de abril, a <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/agricultores-consomem-agrotoxico-porque-fumam-ao-aplicar-diz-ministra-da-agricultura/">ministra disse que &#8220;não existe liberação geral&#8221;</a></u></strong> e que longos processos de aprovação só atrasam o agronegócio brasileiro. Ela chamou de &#8220;desinformação&#8221; os estudos que apontam os riscos dessas substâncias e, usando o mesmo argumento do sindicato dos produtores de agrotóxicos, declarou que as intoxicações ocorrem devido ao modo como os trabalhadores aplicam as substâncias. Um dia depois da audiência, o governo aprovou a comercialização de mais 31 agrotóxicos no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Boas Práticas de Fabricação de&#8230; água!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Feb 2019 16:38:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[boas práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[bpf]]></category>
		<category><![CDATA[capacitação]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[treinamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Isso mesmo. Boas Práticas de Fabricação de água! Você sabe o que é? Qual a importância em sua vida? &#160; Bem. O conceito das Boas Práticas vem ganhando força nos últimos anos em diversos setores da economia: meio ambiente, agricultura, &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/02/14/boas-praticas-de-fabricacao-de-agua/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Isso mesmo. Boas Práticas de Fabricação de água! Você sabe o que é? Qual a importância em sua vida?</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<div id="attachment_2870" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img aria-describedby="caption-attachment-2870" decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2870 size-medium" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs3-300x225.jpeg" alt="BPFs3" width="300" height="300" /><p id="caption-attachment-2870" class="wp-caption-text"><em>Dia de treinamento de BPF ministrado pelo Químico Responsável Fabio Simplício</em></p></div>
<p>Bem. O conceito das Boas Práticas vem ganhando força nos últimos anos em diversos setores da economia: meio ambiente, agricultura, comércio, indústria; até mesmo algumas empresas e profissões já têm passado a seguir essa espécie de código que serve para nortear um conjunto de ações e métodos que visam garantir, de uma forma mais ampla, benefícios e respeito ao bem-estar da sociedade. Cada um dos elos atuando da melhor forma possível dentro de sua esfera de responsabilidade.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignright size-medium wp-image-490" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs2-225x300.jpeg" alt="BPFs2" width="225" height="300" srcset="https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs2-225x300.jpeg 225w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs2-768x1024.jpeg 768w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs2.jpeg 780w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />As mineradoras de água compõem um setor absolutamente estratégico para a vida da sociedade, sendo assim, para as empresas sérias do segmento, assumir essa responsabilidade é condição essencial. No contexto do setor de produção de água, as Boas Práticas de Fabricação (BPFs) significam um conjunto de cuidados que devem ser tomados para garantir a segurança do produto e minimizar riscos de contaminação. Na Leguian, englobam também todo o projeto das instalações industriais e, principalmente, a capacitação e treinamento dos funcionários.</p>
<p>Mas não é só isso. De acordo com o químico e consultor da Leguian, Bruno Affonso dos Santos, no que diz respeito aos cuidados com a construção das instalações, as BPFs foram projetadas de forma a evitar riscos de contaminação por pragas, contaminação cruzada e abrangem também todas as etapas de higienização e monitoramento (com análises microbiológicas) desde a captação, reservatórios, tubulações, maquinários e processo de higienização das embalagens. Além da preparação e controle de produção do produto final.</p>
<p>“A Leguian investiu no momento da construção da empresa e investe continuamente no treinamento e capacitação de seus funcionários. A empresa também investe no acompanhamento de seus processos por um laboratório terceirizado que validam os resultados obtidos em seu laboratório próprio de controle de qualidade. Hoje, as BPFs também são aplicadas à seleção das embalagens antes do processo de higienização, além da recepção dos insumos, armazenamento adequado, seleção de fornecedores”, afirma.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Zelo pelo consumidor e pela sociedade</strong></p>
<p>Como resultado direto para o consumidor, esse processo responsável assegura, juntamente com os processos operacionais padronizados e metodologias de monitoramento, a qualidade e segurança do produto final. Esses procedimentos são a garantia de que o consumidor está adquirindo um produto seguro e dentro das especificações e normas do setor.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignleft size-medium wp-image-491" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs1-225x300.jpeg" alt="BPFs1" width="225" height="300" srcset="https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs1-225x300.jpeg 225w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs1-768x1024.jpeg 768w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/02/BPFs1.jpeg 780w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" />Para Bruno, os maiores desafios dentro das BPFs estão intimamente ligados à capacitação da equipe de funcionários, uma vez tratar-se dos profissionais responsáveis pela operação. “Os desafios sempre existirão, pois o processo de capacitação é contínuo, sempre reciclando os funcionários antigos e sendo muito aplicado aos novos”, observa.</p>
<p>Consciente da importância desse ponto, Danielle Mendes, Diretora da Leguian, explica que os treinamentos são contínuos na empresa. Vão desde papos semanais com os colaboradores para a leitura de um Procedimento Operacional Padrão (POP) e dinâmicas em grupo enfatizando a importância de cada membro da equipe, até palestras mais elaboradas abordando temas como higiene pessoal e dos equipamentos, formas de higienização de galões, uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI).</p>
<p>“Os treinos fazem parte da evolução da qualidade. Toda semana queremos ser melhores do que a semana anterior. Pequenas melhorias tais como a eliminação de pontos de sujeira, layout fabril ou mudanças em procedimentos são vistas e discutidas durante estes momentos que dedicamos para pensar como fazer uma água cada vez melhor e mais segura”, destaca.</p>
<p>Ainda segundo ela, a Leguian não se limita apenas a treinamentos internos, mas também busca capacitação externa. “A equipe participa de treinamento oferecido pela ANVISA/RJ (curso de manipulador de alimentos); reciclagem ministrada pela Ozion sobre boas práticas de fabricação; curso de caracterização de águas oferecido pela Baktron; palestras na Firjan, entre outros. Em 2019, nossa analista de qualidade iniciou o curso técnico em química e já temos um treinamento para a equipe agendado para março, no 41º Curso de Capacitação Técnica para Águas Envasadas, oferecido pela Ozoxi”, enumera Danielle.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Análise de qualidade: rotina que dá segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Oct 2018 13:46:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[É praticamente uma obsessão. Checar, conferir, analisar, testar e testar de novo&#8230; Assim é a rotina do controle de qualidade e do processo de industrialização da água. Equipamento por equipamento, etapa por etapa, desde a captação na fonte até a &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2018/10/03/analise-de-qualidade-rotina-que-da-seguranca/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É praticamente uma obsessão. Checar, conferir, analisar, testar e testar de novo&#8230; Assim é a rotina do controle de qualidade e do processo de industrialização da água. Equipamento por equipamento, etapa por etapa, desde a captação na fonte até a entrega do produto ao distribuidor, tudo é acompanhado através de baterias de análises realizadas por dois laboratórios, um da própria Leguian e outro externo.</p>
<p>“As análises microbiológicas rotineiras são de fundamental importância. Através deste monitoramento, nos principais pontos críticos, pode-se avaliar o processo como um todo, identificando antecipadamente situações que podem ser prejudiciais à saúde das pessoas, permitindo que sejam tomadas ações corretivas e preventivas, visando garantir a qualidade higiênico-sanitária do produto”, explica Caroline Marla, farmacêutica e supervisora do Laboratório de Microbiológica da Baktron, empresa de análises químicas, físico-químicas e microbiológicas contratada para acompanhar a qualidade e a segurança da água na Leguian.</p>
<p><strong>Mas o quê exatamente se analisa?<br />
</strong>“No caso da Leguian, temos o compromisso de avaliar diferentes etapas de seu processo produtivo, garantindo a rastreabilidade de todo o processo, com o intuito de assegurar um produto final em atendimento às legislações vigentes e que garantam qualidade ao consumidor”, observa ela.</p>
<p>No que diz respeito às determinações legais acerca das análises, Caroline explica que o que será analisado vai depender do tipo e da finalidade do produto. Cada legislação possui exigências específicas. No caso da água potável, a Portaria de Consolidação nº 5 de 2017 &#8211; Anexo XX (antiga Portaria MS 2.914/11) institui como parâmetros: a contagem de bactérias heterotróficos com um limite de até 500 unidades formadoras de colônias (UFC) por ml e ausência de coliformes totais e <em>Escherichia coli</em> em 100ml. Já para a água adicionadas de sais, a legislação Resolução da Diretoria Colegiada &#8211; <a href="http://portal.anvisa.gov.br/documents/10181/3427458/RDC_182_2017_.pdf/12d266cb-0751-4da7-89a9-1434354c47d9"><strong>RDC Nº 182</strong></a>, de 13 de outubro de 2017 estabelece o requisito microbiológico de ausência da bactéria <em>Escherichia coli</em> em um volume de 100ml.</p>
<p>Ainda de acordo com a RDC Nº 182, o estabelecimento deve definir o nível de proteção do seu plano de amostragem, de modo que o número de unidades a coletar e a frequência das análises tenham por base o volume de produção, o tamanho dos lotes e o disposto nesta Resolução. Consta desta resolução, que as análises microbiológicas e de composição química de águas adicionadas de sais devem ser realizadas, no mínimo, a cada lote produzido.</p>
<p><strong>Que tipo de contaminação pode haver?<br />
</strong>Um produto pode ser acometido por contaminação do ponto de vista físico, químico e microbiológico. Contaminações microbiológicas podem ocorrer devido ao não cumprimento de <span style="text-decoration: underline;">Boas Práticas de Fabricação</span> (BPF), por exemplo.</p>
<p>“Em casos de não conformidades, deve se estabelecer um processo investigativo, que pode exigir a realização de análises adicionais às de rotina. A partir daí deve-se implementar medidas corretivas e preventivas e intensificar o monitoramento, de forma a avaliar a efetividade das ações. Todo este processo deve ser devidamente registrado e monitorado”, destaca a supervisora.</p>
<p><strong>ISO 9001 e ISO 17025<br />
</strong>A Baktron está há 28 anos no mercado e possui diversas certificações e acreditações que garantem a qualidade dos serviços prestados e permite sua atuação em diferentes mercados, como ISO 9001, ISO 17025 (INMETRO), REBLAS da ANVISA, INEA e MAPA. Isto proporciona à Baktron atuação nos mercados de controle de qualidade, de saúde e ambiental. Procuramos estar sempre integrados aos nossos clientes e fazer parte de suas estratégias de controle de qualidade, saúde e meio-ambiente.</p>
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		<title>Fim das &#8220;camisas&#8221; nos galões agora é lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 12:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir do dia 29 de junho de 2018, entrou em vigor a Lei Estadual 8.015, que proibiu o uso dos filmes plásticos envolventes em garrafões de água de 10 e 20 litros. A medida entende que as chamadas “camisas” &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2018/09/03/fim-das-camisas-nos-galoes-agora-e-lei/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 29 de junho de 2018, entrou em vigor a Lei Estadual 8.015, que proibiu o uso dos filmes plásticos envolventes em garrafões de água de 10 e 20 litros. A medida entende que as chamadas “camisas” poderiam – apesar de os clientes gostarem muito – oferecer algum tipo de risco ao consumidor pela possibilidade do desenvolvimento de fungos por conta do abafamento do garrafão ainda úmido. Assim, a remoção do filme plástico deverá eliminar por completo esse risco.</p>
<p>A Leguian está atenta às determinações da legislação que rege o segmento da indústria e comércio de águas. Antes mesmo que fosse sancionada pelo Governador Luiz Fernando Pezão, a medida foi informada aos clientes e o envolvimento dos garrafões em filme foi prontamente retirado do processo industrial.</p>
<p>Os clientes Leguian, que estavam acostumados a receber o galão com a camisa, passaram a receber a partir do dia 18 os produtos já com o novo rótulo adesivo da empresa, que está ainda mais bonito, agora em 3D.</p>
<p>De acordo com Danielle Mendes, diretora da Leguian, a lei traz ainda um ganho secundário ao se enquadrar também em outro dos propósitos da Leguian: a opção pela diminuição do descarte de lixo. Ela explica que na empresa, as compras são feitas tentando sempre diminuir ao máximo o que é possível em termos de embalagens.</p>
<p>“O novo adesivo retorna varias vezes no mesmo garrafão. O lixo gerado agora fica resumido à tampa e ao lacre. Oferecer maior segurança ao consumidor final e à sociedade é uma preocupação constante da Leguian. Sendo assim, entendemos que a Lei 8.015 é importante e representa um avanço dentro do setor. Sua chegada visa assegurar maior segurança alimentar e ambiental”, afirma.</p>
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		<title>Segurança, qualidade, saúde na água</title>
		<link>https://leguian.com.br/2018/07/19/seguranca-qualidade-saude-na-agua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 17:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
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					<description><![CDATA[Entregar saúde através da água. Esse é o objetivo da Leguian, que trabalha cada detalhe do seu processo industrial com foco na qualidade e segurança alimentar . O conceito de qualidade de vida é cada vez mais abrangente. Conforme adotamos &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2018/07/19/seguranca-qualidade-saude-na-agua/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Entregar saúde através da água. Esse é o objetivo da Leguian, que trabalha cada detalhe do seu processo industrial com foco na qualidade e segurança alimentar</em></strong></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>O conceito de qualidade de vida é cada vez mais abrangente. Conforme adotamos um novo hábito mais saudável ou melhoramos processos internos, desdobramos nossa percepção e começamos a notar pontos aos quais pouco havíamos dado atenção até então, mas que, com nossa ampliação de percepção, tornam-se tão evidentes que não conseguimos mais deixar passar despercebidos. Segurança alimentar, por exemplo, é um dos itens dessa lista.</p>
<p>Quando os holofotes começaram a ser apontados para a qualidade do alimento que estava sendo colocado à mesa das pessoas, imediatamente deu-se início ao processo e todas as etapas da cadeia que conduziram aquele alimento até aquele prato começaram a ser revistas, minuciosamente revistas. Os ganhos foram enormes, irreversíveis e podem ser observados para onde se volte o olhar. Está presente em um bife, através do processo de rastreabilidade que acompanha todas as etapas de sua vida; está presente até mesmo na água. Sim, água é alimento também e requer um trabalho considerável para chegar ao consumidor nas condições ideais.</p>
<p>Na Leguian, a segurança da água não está apenas na preocupação com a qualidade da água que sai dos mananciais em Cachoeiras de Macacu, RJ, mas está em todo o processo produtivo. As boas práticas de fabricação norteiam o processo desde a captação até a liberação final dos lotes após as análises microbiológicas, passando pelo envase. Para sair da fábrica, a água passa por um laboratório equipado para acompanhar sua qualidade no momento do envase, onde encontrará galões que acabaram de passar por um processo de higienização extremamente cuidadoso.</p>
<p>Danielle Mendes, diretora da Leguian, explica que a maior preocupação é garantir o máximo de segurança ao cliente. A própria empresa já nasceu dentro da ótica da segurança alimentar. “Trabalhamos nos últimos quatro anos para aperfeiçoar nossa qualidade. Entendemos que esta é uma busca diária. Hoje, além dos processos desenvolvidos nas boas práticas de fabricação da indústria, com extremo cuidado não só na lavagem dos galões como na assepsia de toda a produção, temos parcerias com o laboratório externo Baktron e com a Bas Consultoria, uma empresa especializada em água para auditar nossos processos e constantemente confrontar nossa expertise em produzir uma água segura e nutritiva para o cliente Leguian”, destaca.</p>
<p><strong>Além da segurança</strong><br />
Danielle ressalta ainda que os produtos da Leguian vão além da segurança e garantia de qualidade – o que se espera minimamente de qualquer produto. A proposta é fazer bem à saúde do consumidor. Dentro de um conceito nutracêutico, no qual alimentos são enriquecidos para potencializar os benefícios à saúde, a Leguian oferece produtos com teores de minerais como magnésio, potássio e cálcio adicionados para cada necessidade.</p>
<p>Atualmente, a empresa oferece como leque de produtos a Leguian, uma água leve com pH neutro, e a Leguian Mais, que é uma água que faz a diferença por sua maior quantidade de magnésio do que as águas comuns e pH alcalino (8,0), o que é altamente desejável para o organismo.</p>
<p>“Fizemos uma opção desde o início: a qualidade. Entendemos que essa qualidade deve estar não só nos nossos processos produtivos, como também na forma como lidamos com a natureza ao nosso redor. Destinamos resíduos para reciclagem, preservamos a vegetação nativa, buscamos soluções que não agridam o meio ambiente e respeitem o planeta. Além de tudo, que façam bem à saúde das pessoas”, explica Danielle.</p>
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