<br />
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	<title>Saúde &#8211; Leguian</title>
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	<title>Saúde &#8211; Leguian</title>
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		<title>Ozônio: rápido e eficaz para garantir qualidade da água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jun 2019 12:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[ozônio]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Composto apenas por partículas de oxigênio, o gás é um poderoso oxidante natural, o que lhe confere uma capacidade única de tratamento e desinfecção da água Da Redação Leguian &#160; Eficiente, rápido, seguro, ambientalmente limpo e mais econômico que seus &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/06/06/ozonio-rapido-e-eficaz-para-garantir-qualidade-da-agua/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-2679 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/06/ozonio.jpg" alt="" width="752" height="401" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Composto apenas por partículas de oxigênio, o gás é um poderoso oxidante natural, o que lhe confere uma capacidade única de tratamento e desinfecção da água</p></blockquote>
<p style="text-align: right;">Da Redação Leguian</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Eficiente, rápido, seguro, ambientalmente limpo e mais econômico que seus concorrentes: esse é o ozônio. Mas o que isso tem a ver com você? Muita coisa! Uma delas é que esse gás natural é capaz de eliminar bactérias, vírus e parasitas na água que você bebe. Eclético, o ozônio já é usado em diferentes situações, que podem ir desde a lavagem de alimentos, como frutas, legumes e folhagens, até no tratamento de efluentes, desinfecção de piscinas, eliminação de limo e depósitos em tubos e conexões, entre outros. Essa versatilidade é graças à sua eficácia e segurança.</p>
<p>O ozônio é um gás formado por três átomos de oxigênio apenas. Nada mais. Tal característica faz dele um poderoso oxidante natural, o que lhe confere uma capacidade única de tratamento e desinfecção da água. Em poucos minutos no contato com a água ele desinfeta e evapora sob a forma de oxigênio, sem deixar odor ou gosto.</p>
<p>No Brasil, uma de suas mais importantes aplicações é no tratamento da água que você, assegurando a pureza do produto ao eliminar possíveis contaminantes da própria água em si, e atuando também na desinfecção de sistemas de lavagem de garrafas e das tubulações por onde a água passa dentro do seu processo de industrialização.</p>
<p>Nessa missão, ele é mais eficiente e mais seguro que o consagrado cloro. O ozônio mata ainda microrganismos como <em>E-coli</em>, <em>Salmonella</em>, <em>Listeria</em>, <em>Giardia</em> e <em>Cryptosporidium</em> e destrói rapidamente estreptococos, estafilococos, bacilos do cólon, etc. Oferece também outras vantagens agregadas como a não produção de toxinas, como ocorre no caso do cloro, que, com por intermédio de reações com a matéria orgânica, gera compostos organoclorados cancerígenos.</p>
<p>As águas engarrafadas, sejam minerais ou adicionadas de sais, não podem representar riscos à saúde do consumidor. Para isso, todo o processo industrial, que envolve captação, processamento e envase, deve obedecer às condições higiênico-sanitárias e às famosas <a href="http://leguian.com.br/2019/02/14/boas-praticas-de-fabricacao-de-agua/"><strong>Boas Práticas de Fabricação</strong></a>, sem alteração e comprometimento de suas características originais.</p>
<p>A higienização inadequada das embalagens, por exemplo, pode facilmente resultar na condenação do lote de água. De acordo com o Ministério da Saúde, neste produto não pode ser constatada a presença de agentes contaminantes tais como E-coli, coliformes fecais ou totais, além do limite de 2 UFC/mL.</p>
<p><strong>O ozônio na Leguian</strong></p>
<p>Aqui no Brasil, a Leguian também vale-se dos benefícios do ozônio em sua indústria para assegurar qualidade e segurança ao consumidor final. O químico responsável da Leguian, Bruno Affonso dos Santos, explica que no processo industrial da empresa, o ozônio é utilizado não apenas na higienização de reservatórios, tubulações, enchedora e garrafões mas também no próprio tratamento da água de envase. “O ozônio é injetado na água dos reservatórios onde fica por um tempo que chamamos de tempo de contato mínimo de 3 horas para fazer o efeito bactericida. Por ser um gás muito instável, sua molécula tem vida curta e, em pouco tempo se decompõe naturalmente e volta a ser oxigênio. O ozônio é importante para garantir que a água utilizada no preparo dos produtos irá se manter livre de qualquer tipo de contaminação microbiológica. Através das análises microbiológicas realizadas diariamente, é monitorada a eficiência dos processos de tratamento da água e higienização dos reservatórios, tubulações, maquinário e garrafões”, explica Bruno.</p>
<p><strong>Mundo afora</strong></p>
<p>Conforme a pesquisa avança e novas tecnologias vão se tornando disponíveis, diversos países passam a adequar suas legislações e, com vistas à segurança pública, têm caminhado em direção à ampliação do uso do ozônio. Nos Estados Unidos, por exemplo, o ozônio já é reconhecido pela sua Agência de Proteção Ambiental (EPA) por atender às regras mais atuais e futuras da Lei da Água Limpa, de acordo com Paul K. Overbeck, diretor executivo da Associação Internacional do Ozônio (IOA).</p>
<p>Já no Canadá, o ozônio pode ser adicionado à água durante o processo de engarrafamento como desinfetante para inibir o crescimento de microrganismos nocivos. Como se decompõe em oxigênio, o ozônio também acaba sendo eficaz na preservação das qualidades de odor e sabor da água. O uso do ozônio está em franco crescimento no mundo.</p>
<p><strong>Outros riscos</strong></p>
<p>Veja mais sobre outro problema de contaminação na água na reportagem <a href="http://leguian.com.br/2019/04/24/reportagem-alerta-sobre-contaminacao-da-agua-por-agrotoxicos/"><strong><em>Coquetel Perigoso</em></strong></a>, do Repórter Brasil e Agência Pública, que apresentou os resultados de uma pesquisa feita no Brasil, revelando que a indesejável e perigosa presença de princípios ativos de agrotóxicos na água consumida por grande parte da população brasileira é maior e mais abrangente do que se supunha.</p>
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		<item>
		<title>Reportagem alerta sobre contaminação da água por agrotóxicos</title>
		<link>https://leguian.com.br/2019/04/24/reportagem-alerta-sobre-contaminacao-da-agua-por-agrotoxicos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 15:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[agrotóxicos]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Coquetel perigoso &#160; Levantamento aponta que 1 a cada 4 cidades brasileiras tem água contaminada por 27 tipos de agrotóxicos &#160; Por Ana Aranha e Luana Rocha, Repórter Brasil e Agência Pública &#160; Um coquetel que mistura diferentes agrotóxicos foi &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/04/24/reportagem-alerta-sobre-contaminacao-da-agua-por-agrotoxicos/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="hrule clearfix" style=""></div>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Coquetel perigoso</strong></h1>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p>Levantamento aponta que 1 a cada 4 cidades brasileiras tem água contaminada por 27 tipos de agrotóxicos</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;">Por Ana Aranha e Luana Rocha, <em>Repórter Brasil</em> e <em>Agência Pública</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um coquetel que mistura diferentes agrotóxicos foi encontrado na água consumida em 1 a cada 4 cidades do Brasil entre 2014 e 2017. Nesse período, as empresas de abastecimento de <strong><u><a href="http://portrasdoalimento.info/agrotoxico-na-agua/">1.396 municípios</a></u></strong> detectaram todos os 27 pesticidas que são obrigados por lei a testar. Desses, 16 são classificados pela Anvisa como extremamente ou altamente tóxicos e 11 estão associados ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, malformação fetal, disfunções hormonais e reprodutivas. Entre os locais com contaminação múltipla estão as capitais São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Curitiba, Porto Alegre, Campo Grande, Cuiabá, Florianópolis e Palmas.</p>
<p>Os dados são do Ministério da Saúde e foram obtidos em investigação conjunta da Repórter Brasil, da Agência Pública e da organização suíça Public Eye. As informações são parte do Sistema de Informação de Vigilância da Qualidade da Água para Consumo Humano (Sisagua), que reúne os resultados de testes feitos pelas empresas de abastecimento.</p>
<p>Os números revelam que a contaminação da água está aumentando a passos largos e constantes. Em 2014, 75% dos testes detectaram agrotóxicos. Subiu para 84% em 2015 e foi para 88% em 2016, chegando a 92% em 2017.</p>
<p>A falta de monitoramento também é um problema. Dos 5.570 municípios brasileiros, 2.931 não realizaram testes nas suas redes de abastecimento entre 2014 e 2017.</p>
<p>Embora se trate de informação pública, os testes não são divulgados de forma compreensível para a população, deixando os brasileiros no escuro sobre os riscos que correm ao beber um copo d&#8217;água. Em um esforço conjunto, a Repórter Brasil, a Agência Pública e a organização suíça Public Eye fizeram um mapa com os agrotóxicos encontrados em cada cidade. O mapa revela ainda quais estão acima do limite de segurança de acordo com a lei do Brasil e pela regulação europeia, onde fica a Public Eye. <strong><u><a href="http://portrasdoalimento.info/agrotoxico-na-agua/">Consulte a contaminação da sua cidade</a></u></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone size-medium wp-image-545" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-300x180.png" alt="coquetel" width="800" height="479" srcset="https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-300x180.png 300w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-768x460.png 768w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel-1024x613.png 1024w, https://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/coquetel.png 1099w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O retrato nacional da contaminação da água gerou alarde entre profissionais da saúde. &#8220;A situação é extremamente preocupante e certamente configura riscos e impactos à saúde da população&#8221;, afirma a toxicologista e médica do trabalho Virginia Dapper. O tom foi o mesmo na reação da pesquisadora em saúde pública da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) em Pernambuco, Aline Gurgel: &#8220;dados alarmantes, representam sério risco para a saúde humana&#8221;.</p>
<p>Entre os <strong><u><a href="https://portrasdoalimento.info/2019/04/12/conheca-os-27-agrotoxicos-encontrados-na-agua-que-abastasse-as-cidades-do-brasil/">agrotóxicos encontrados</a></u></strong> em mais de 80% dos testes, há <strong><u><a href="http://npic.orst.edu/chemicals_evaluated.pdf">cinco classificados como &#8220;prováveis cancerígenos&#8221;</a></u></strong> pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e seis apontados pela União Europeia como <strong><u><a href="http://ec.europa.eu/environment/archives/docum/pdf/bkh_annex_15.pdf">causadores de disfunções endócrinas</a></u></strong>, o que gera diversos problemas à saúde, como a puberdade precoce. Do total de 27 pesticidas na água dos brasileiros, 21 estão proibidos na União Europeia devido aos riscos que oferecem à saúde e ao meio ambiente.</p>
<p>Mistura preocupa pesquisadores A mistura entre os diversos químicos foi um dos pontos que mais gerou preocupação entre os especialistas ouvidos. O perigo é que a combinação de substâncias multiplique ou até mesmo gere novos efeitos. Essas reações já foram demonstradas em testes, afirma a química Cassiana Montagner. &#8220;Mesmo que um agrotóxico não tenha efeito sobre a saúde humana, ele pode ter quando mistura com outra substância&#8221;, explica Montagner, que pesquisa a contaminação da água no Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), de São Paulo. &#8220;A mistura é uma das nossas principais preocupações com os agrotóxicos na água.&#8221;</p>
<div class="wpcmsdev-box">
<div class="box-content">
<p>Em 2012, a reportagem <em><strong>Potável, porém contaminada</strong></em>, realizada pelo <em>Jornal da UNICAMP</em>, já apresentava resultados de uma pesquisa realizada pela Universidade em 16 capitais brasileiras. <a href="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/pagina3A_1.pdf"><strong>Leia aqui</strong></a>.</p>
</div>
</div>
<p>Os paulistas foram os que mais beberam esse coquetel nos últimos anos. O estado foi recordista em número de municípios onde todos os 27 agrotóxicos estavam na água. São mais de 500 cidades, incluindo a grande São Paulo &#8211; Guarulhos, São Bernardo do Campo, Santo André e Osasco &#8211; além da própria capital. E algumas das mais populosas, como Campinas, São José dos Campos, Ribeirão Preto e Sorocaba. O estado do Paraná foi o segundo colocado, com coquetel presente em 326 cidades, seguido por Santa Catarina e Tocantins.</p>
<p>Os especialistas falam muito sobre a &#8220;invisibilidade&#8221; do efeito coquetel. As políticas públicas não monitoram a interação entre as substâncias porque os estudos que embasam essas políticas não apontam os riscos desse fenômeno. &#8220;Os agentes químicos são avaliados isoladamente, em laboratório, e ignoram os efeitos das misturas que ocorrem na vida real&#8221;, diz a médica e toxicologista Dapper.</p>
<p>Por isso, ela lamenta, as pessoas que já estão desenvolvendo doenças em decorrência dessa múltipla contaminação provavelmente nunca saberão a origem da sua enfermidade. Nem os seus médicos.</p>
<p>Questionado sobre quais medidas estão sendo tomadas, o <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-reposta-do-ministerio-da-saude/">Ministério da Saúde enviou respostas por email</a></u></strong> reforçando que &#8220;a exposição aos agrotóxicos é considerada grave problema de saúde pública&#8221; e listando efeitos nocivos que podem gerar &#8220;puberdade precoce, aleitamento alterado, diminuição da fertilidade feminina e na qualidade do sêmen; além de alergias, distúrbios gastrintestinais, respiratórios, endócrinos, neurológicos e neoplasias&#8221;.</p>
<p>A resposta, porém, ressalta que ações de controle e prevenção só podem ser tomadas quando o resultado do teste ultrapassa o máximo permitido em lei. E aí está o problema: o Brasil não tem um limite fixado para regular a mistura de substâncias.</p>
<p>Essa é uma das reivindicações dos grupos que pedem uma regulação mais rígida para os agrotóxicos. &#8220;É um absurdo esse problema ficar invisível no monitoramento da água e não haver ações para controlá-lo&#8221;, afirma Leonardo Melgarejo, engenheiro de produção e membro da Campanha Nacional Contra os Agrotóxicos e Pela Vida. &#8220;Se detectar diversos agrotóxicos, mas cada um abaixo do seu limite individual, a água será considerada potável no Brasil. Mas a mesma água seria proibida na França.&#8221;</p>
<p>Ele se refere à regra da União Europeia que busca restringir a mistura de substâncias: o máximo permitido é de 0,5 microgramas em cada litro de água &#8211; somando todos os agrotóxicos encontrados. No Brasil, há apenas limites individuais. Assim, somando todos os limites permitidos para cada um dos agrotóxicos monitorados, a mistura de substâncias na nossa água pode chegar a 1.353 microgramas por litro sem soar nenhum alarme. O valor equivale a 2.706 vezes o limite europeu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Doses pequenas, risco grande </strong></p>
<p>Mesmo quando se olha a contaminação de cada agrotóxico isoladamente, o quadro preocupa. Dos 27 agrotóxicos monitorados, <strong><u><a href="http://www.pan-germany.org/download/PAN_HHP_List.pdf">20 são listados como altamente perigosos pela Pesticide Action Network</a></u></strong>, grupo que reúne centenas de organizações não governamentais que trabalham para monitorar os efeitos dos agrotóxicos.</p>
<p>Mas, aos olhos da lei brasileira, o problema é pequeno. Apenas 0,3% de todos os casos detectados de 2014 a 2017 ultrapassaram o nível considerado seguro para cada substância. Mesmo considerando os casos em que se monitora dez agrotóxicos proibidos no Brasil, são poucas as situações em que a presença deles na água soa o alarme. E esse é o segundo alerta feito por parte dos pesquisadores: os limites individuais seriam permissivos. &#8220;Essa legislação está há mais de dez anos sem revisão, é muito atraso do ponto de vista científico&#8221; afirma a química Montagner. &#8220;É como usar uma TV antiga, pequena e preto e branco, quando você pode ter acesso a uma HD de alta definição.&#8221;</p>
<p>Ela se refere a pesquisas mais recentes sobre os riscos do consumo frequente e em quantidades menores, um tipo de contaminação que não gera reações imediatas. &#8220;Talvez certo agrotóxico na água não leve 15% da cidade para o hospital no mesmo dia. Mas o consumo contínuo gera efeitos crônicos ainda mais graves, como câncer, problemas na tireoide, hormonal ou neurológico&#8221;, alerta Montagner. &#8220;Já temos evidências científicas, mas a água contaminada continua sendo considerada como potável porque não se olha as quantidades menores&#8221;, afirma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-2630 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/continuamente.png" alt="" width="807" height="600" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em resposta a essa crítica, um grupo de trabalho foi criado pelo Ministério da Saúde para rever os limites da contaminação. &#8220;Estamos fazendo um trabalho criterioso&#8221;, afirma Ellen Pritsch, engenheira química e representante da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental no grupo. Segundo ela, pesquisas internacionais e regulações de outros países estão sendo levados em conta. A previsão é que os trabalhos, iniciados em 2014, sejam concluídos em outubro.</p>
<p>Pelo menos 144 cidades detectaram o mesmo pesticida de modo contínuo durante os quatro anos de medições seguidos, segundo os dados. Mais uma vez, São Paulo é o recordista desse fenômeno de intoxicação. Especialistas ouvidos pela reportagem apontam o uso de pesticidas na produção de cana de açúcar como a provável origem para a larga contaminação do estado. &#8220;A cultura da cana é a que tem mais herbicidas registrados. Como São Paulo é um dos maiores produtores de cana, isso justifica sua presença elevada [de pesticidas na água]&#8221;, afirma Kassio Mendes, coordenador do comitê de qualidade ambiental da Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas.</p>
<p>O diuron, um dos principais herbicidas usados pelo setor, foi detectado em todos os <strong><u><a href="https://cetesb.sp.gov.br/aguas-interiores/wp-content/uploads/sites/12/2018/06/Relat%C3%B3rio-de-Qualidade-das-%C3%81guas-Interiores-no-Estado-de-S%C3%A3o-Paulo-2017.pdf">testes feitos na água dos mananciais</a></u></strong> das regiões onde mais se cultiva cana no estado, segundo dados de 2017 da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). A <strong><u><a href="http://npic.orst.edu/chemicals_evaluated.pdf">substância é uma das apontadas como provável cancerígena</a></u></strong> pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Empurra-empurra </strong></p>
<p>Depois de contaminada, são poucos os tratamentos disponíveis para tirar o agrotóxico da água. &#8220;Alguns filtros são capazes de tirar alguns tipos de agrotóxicos, mas não há um que dê conta de todos esses&#8221;, afirma Melgarejo. &#8220;A água mineral vem de outras fontes, mas que são alimentadas pela água que corre na superfície, então eventualmente também serão contaminadas.&#8221;</p>
<p>O trabalho preventivo, ou seja, evitar que os agrotóxicos cheguem aos mananciais, deveria ser primordial, afirma Rubia Kuno, gerente da divisão de toxicologia humana e saúde ambiental da Cetesb. &#8220;O esforço deve ser na prevenção porque o sistema de tratamento convencional não é capaz de remover os agrotóxicos da água&#8221;, afirma.</p>
<p>A reportagem procurou as secretarias do Meio Ambiente, Agricultura e Saúde e Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) para entender quais ações são tomadas no estado com o maior índice de contaminação. As respostas foram dadas pela <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-da-sabesp/">Sabesp</a></u></strong> e pela <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-da-secretaria-estadual-de-meio-ambiente-que-respondeu-em-conjunto-pelas-secretarias-da-saude-e-da-agricultura/">assessoria do Meio Ambiente</a></u></strong> com informações técnicas sobre o monitoramento. Nem as secretaria nem a empresa esclareceram o que está sendo feito para controlar ou prevenir o problema.</p>
<p>O Ministério da Saúde diz que a vigilância sanitária dos municípios e dos estados deve dar o alerta aos prestadores de serviços de abastecimento de água para que tomem as providências de melhoria no tratamento da água. &#8220;Caso os dados demonstrem que o problema ocorre de forma sistemática, é preciso buscar soluções a partir da articulação com os demais setores envolvidos, como órgãos de meio ambiente, prestadores de serviço e produtores rurais&#8221;, diz a nota enviada pelo órgão.</p>
<p>Questionado sobre quais ações estão sendo tomadas, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), que representa os produtores de agrotóxicos, fez uma defesa sobre a segurança dos pesticidas. Em nota, o grupo afirma que a avaliação feita pela Anvisa, Ibama e Ministério da Agricultura garante que eles são seguros ao trabalhador, população rural e ao meio ambiente &#8220;sempre que utilizados de acordo com as recomendações técnicas aprovadas e indicadas em suas embalagens&#8221;.</p>
<p>O <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-do-sindicato-nacional-da-industria-de-produtos-para-defesa-vegetal-sindiveg/">sindicato afirma que a aplicação correta dos produtos no campo é um desafio</a></u></strong> e atribui a responsabilidade aos trabalhadores que aplicam os pesticidas. &#8220;O setor de defensivos agrícolas realiza iniciativas para garantir a aplicação correta de seus produtos, uma vez que alguns problemas estruturais da agricultura como a falta do hábito da leitura de rótulo e bula e analfabetismo no campo trazem um desafio adicional de cumprimento às recomendações de uso.&#8221; Ao contrário do que ocorre em outros países, no Brasil as empresas que produzem agrotóxicos não se envolvem com o monitoramento da água, que é custeado pelos cofres públicos e pelas empresas de abastecimento.</p>
<p>Em Santa Catarina, que está entre os três estados com maior contaminação, o Ministério Público Estadual chamou a responsabilidade de prefeituras, secretarias estaduais, concessionárias de água, agências reguladoras e sindicatos de produtores e trabalhadores rurais. A iniciativa partiu dos resultados de um estudo inédito que encontrou agrotóxicos na água de 22 municípios. &#8220;Alertamos todos os órgãos públicos e privados envolvidos para buscar soluções, é preciso aplicar medidas corretivas para diminuir os riscos dos cidadãos&#8221;, diz a promotora Greicia Malheiros, responsável pela investigação. A iniciativa teve início em março desse ano e ainda não tem resultados.</p>
<p>Mais do que remediar a contaminação da água, a coordenadora técnica do estudo, a engenheira química Sonia Corina Hess, defende a proibição do uso dos pesticidas que oferecem maior risco. Das substâncias encontradas em seu estudo no estado catarinense, sete estão proibidas na União Europeia por oferecer risco à saúde humana. &#8220;Tem que proibir o que é proibido lá fora, tem que proibir o que é perigoso. Se faz mal para eles porque no Brasil é permitido?&#8221;, questiona.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Perigoso na Europa, permitido no Brasil </strong></p>
<p>O controle da água feito pelo Brasil também está distante dos parâmetros da União Europeia. Com o objetivo de eliminar a contaminação, o continente fixou a concentração máxima na água em 0,1 micrograma por litro &#8211; valor que era o mínimo detectável quando a regulação foi criada.</p>
<p>Para descobrir como a água do Brasil seria avaliada pelo padrão europeu, a organização Public Eye classificou os dados fornecidos pelo Ministério da Saúde segundo o critério daquele continente. Alguns dos agrotóxicos mais perigosos ultrapassaram os limites europeus em mais de 20% dos testes. Entre eles, o glifosato e o mancozebe, ambos associados a doenças crônicas, e o aldicarbe, proibido no Brasil e classificado pela Anvisa como &#8220;o agrotóxico mais tóxico registrado no país, entre todos os ingredientes ativos utilizados na agricultura&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-2629 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/qual-o-limite.png" alt="" width="890" height="700" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O glifosato é o caso mais revelador sobre as peculiaridades do Brasil na regulação sobre agrotóxicos. <strong><u><a href="https://monographs.iarc.fr/wp-content/uploads/2018/06/mono112-10.pdf">Classificado como &#8220;provável carcinogênico&#8221;</a></u></strong> pela Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, órgão da Organização Mundial da Saúde, o pesticida está sendo discutido em todo o mundo. Há milhares de <strong><u><a href="https://www.theguardian.com/environment/2019/mar/09/spray-pray-is-roundup-carcinogenic-monsanto-farmers-suing">pacientes com câncer processando os fabricantes</a></u></strong> nos Estados Unidos &#8211; e vencendo nos tribunais -, além de protestos e petições pedindo a sua proibição na Europa. Não há consenso, entre as agências reguladoras, sobre sua classificação. No Brasil, que oficialmente colocou a substância em revisão desde 2008, o <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/02/governo-libera-registro-de-mais-de-um-agrotoxico-por-dia-neste-ano/">Ministério da Agricultura liberou novos registros</a></u></strong> para a venda de glifosato no início deste ano. O pesticida passou a ser vendido em novas formas, quantidades e por número maior de fabricantes.</p>
<p>Nos testes com a água do país, a controversa substância foi a que mais ultrapassou a margem de segurança segundo o critério da União Europeia: 23% dos casos acima do limite. Pela lei brasileira, o glifosato foi um dos que menos soou o alarme: apenas 0,02% dos testes ultrapassaram o nosso limite.</p>
<p>&#8220;Isso é um escândalo de saúde pública. Nós colocamos o limite alto, lá na estratosfera, e aí comemoramos que temos uma água segura&#8221;, questiona a pesquisadora Larissa Bombardi, professora de geografia na Universidade de São Paulo e autora de um <strong><u><a href="https://www.larissabombardi.blog.br/atlas2017">atlas que compara a lei brasileira e europeia</a></u></strong> no controle dos agrotóxicos. Seu estudo revela como nossos limites chegam a ser <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2017/11/agrotoxicos-alimentos-brasil-estudo/">5.000 vezes mais altos que os europeus</a></u></strong>. O caso mais grave é o do glifosato somado ao ampa: enquanto na Europa é permitido apenas 0,1 microgramas por litro na água, aqui no Brasil a legislação permite até 500 microgramas por litro.</p>
<p>Como o glifosato é o agrotóxico mais vendido no país, e também o que tem o limite mais generoso para presença na água, Bombardi lança suspeitas sobre os critérios usados: &#8220;no caso do glifosato é realmente difícil encontrar justificativa científica, parece ser mais uma decisão política e econômica&#8221;. O pesticida foi o mais consumido em 2017 no Brasil com 173 mil toneladas vendidas, segundo o Ibama. O volume corresponde a <strong><u><a href="https://www.globenewswire.com/news-release/2018/07/05/1533666/0/en/Global-Glyphosate-Market-Will-Reach-USD-10-88-Billion-By-2024-Zion-Market-Research.html">22% das estimativas de vendas para esse químico em todo o mundo</a></u></strong> no mesmo ano &#8211; o que faz do Brasil um importante mercado para as fabricantes, entre elas as gigantes Syngenta e a Monsanto &#8211; comprada pela Bayer no ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="alignnone wp-image-2628 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/04/por-que-tanta-diferença.png" alt="" width="772" height="586" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A discrepância entre Brasil e Europa </strong></p>
<p>A larga diferença entre os limites fixados pela União Europeia e pelo Brasil é um dos principais argumentos dos críticos do uso da substância no Brasil. &#8220;Essa diferença só pode se dar por dois motivos. Ou porque nossa sociedade é mais forte, somos seres mais resistentes aos agrotóxicos. Ou mais tola, porque estamos sendo ingênuos quanto aos riscos que corremos&#8221;, provoca Melgarejo, da Campanha Contra os Agrotóxicos.</p>
<p>A engenheira química Ellen Pritsch, representante da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental no grupo de trabalho que reavalia os limites dos pesticidas na água, discorda. Para ela, os atuais limites são seguros e foram fixados com embasamento científico. &#8220;O critério brasileiro é dez vezes menor do que o efeito que geraria problema. Então, mesmo que seja encontrado um percentual acima esse valor, ainda assim seria menor [estaria abaixo do risco]&#8221;, afirma.</p>
<p>Antes de aprovar os registros dos agrotóxicos, as empresas fabricantes entregam estudos com testes feitos com animais em laboratórios. O Sindiveg, sindicato da indústria de fabricantes de pesticidas, defende que esses estudos são o suficiente para avaliar os riscos das substâncias. &#8220;São estudos de bioconcentração em peixes e micro-organismo, algas e organismos do solo, abelhas, microcrustáceos, peixes e aves&#8221;, afirma nota enviada pelo Sindiveg em resposta às perguntas da reportagem (<strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/integra-da-resposta-do-sindicato-nacional-da-industria-de-produtos-para-defesa-vegetal-sindiveg/">leia na íntegra</a></u></strong>).</p>
<p>A principal reivindicação dos grupos que fazem campanha pelo controle dos agrotóxicos para evitar efeitos no Brasil é por mais restrição e até pela proibição de alguns dos pesticidas hoje aprovados no país, como a atrazina, o acefato e o paraquate, que são <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2018/12/agrotoxicos-proibidos-europa-sao-campeoes-de-vendas-no-brasil/">campeões de venda no Brasil</a></u></strong>, mas proibidos na União Europeia.</p>
<p>O governo parece apontar na direção oposta. A responsável pela pasta da agricultura, a ex-líder da bancada ruralista Tereza Cristina, foi presidente da comissão especial na Câmara que aprovou, em junho passado, o Projeto de Lei que propõe agilizar a aprovação de novos agrotóxicos no país. Apelidado pelos críticos como o &#8220;PL do veneno&#8221;, já gerou grande polêmica, sendo criticado em uma <strong><u><a href="https://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2018/05/dossie_parte_2.pdf">carta assinada por mais de 20 grupos</a></u></strong> da comunidade científica.</p>
<p>Sem previsão de conseguir maioria no Congresso para aprovar o PL, a estratégia parece ter mudado. Desde o início do ano, o Ministério da Agricultura publicou novos registros para 152 agrotóxicos, uma velocidade recorde de 1,5 aprovações por dia. Chamada para esclarecer as liberações em audiência na Câmara no último dia 9 de abril, a <strong><u><a href="https://reporterbrasil.org.br/2019/04/agricultores-consomem-agrotoxico-porque-fumam-ao-aplicar-diz-ministra-da-agricultura/">ministra disse que &#8220;não existe liberação geral&#8221;</a></u></strong> e que longos processos de aprovação só atrasam o agronegócio brasileiro. Ela chamou de &#8220;desinformação&#8221; os estudos que apontam os riscos dessas substâncias e, usando o mesmo argumento do sindicato dos produtores de agrotóxicos, declarou que as intoxicações ocorrem devido ao modo como os trabalhadores aplicam as substâncias. Um dia depois da audiência, o governo aprovou a comercialização de mais 31 agrotóxicos no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Plásticos: consciência é parte da solução</title>
		<link>https://leguian.com.br/2019/04/01/plasticos-consciencia-e-parte-da-solucao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Apr 2019 03:01:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[consumo consciente]]></category>
		<category><![CDATA[garrafas]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[plásticos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico – ABIPLAST e da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos – CNRPLAST mostram que o uso e o consumo mundial de plásticos crescerão nos próximos anos. A tendência se explica &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/04/01/plasticos-consciencia-e-parte-da-solucao/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-2573 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/03/garrafas-plásticas.jpg" alt="" width="650" height="500" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Dados da Associação Brasileira da Indústria do Plástico – ABIPLAST e da Câmara Nacional dos Recicladores de Materiais Plásticos – CNRPLAST mostram que o uso e o consumo mundial de plásticos crescerão nos próximos anos. A tendência se explica principalmente pelo fato de o material ser uma solução barata, versátil e segura. Os fortes argumentos, no entanto, enfrentam a percepção cada vez mais ostensiva do impacto ambiental que efetivamente estão causando ao planeta.</p>
<p>Temos de um lado uma lista de benefícios que os plásticos podem trazer à sociedade, de outro lado temos imagens e mais imagens que nos chegam a todo instante de montanhas de lixo, rios e mares repletos de produtos plásticos, animais presos ou sufocados em embalagens. Entre os dois contrapontos, porém, está o consumidor e dentro desse consumidor, sua consciência. Nasce então uma pergunta: será que o problema — ou a responsabilidade por ele — está exatamente no plástico?</p>
<p>Imaginando que outro material aparecesse para substituir o plástico, que garantia teríamos de que no longo prazo esse novo material não viria a se tornar também um problema ambiental? Nenhuma, certo? Por quê? Porque a evolução da consciência do descarte pós-consumo não está acompanhando o crescimento do próprio consumo. Ora, se a tendência mundial deste consumo é de crescimento, o que está a nosso alcance é criar e propagar a consciência de que todos temos responsabilidade dentro desse processo.</p>
<p><strong>Dever de casa</strong></p>
<p>A destinação correta do lixo é uma preocupação que foi construída pela Leguian simultaneamente à construção das próprias paredes de sua fábrica. Hoje, o trabalho vai além das instalações, com alguns parceiros, por exemplo, faz a coleta de resíduos recicláveis, como o Grupo Franco, que recicla bombonas e ferro, e a Cooperativa de Cachoeiras de Macacu, RJ, para a qual, em parceira com a prefeitura, são doados resíduos como papel, plástico, papelão. Atualmente, 97% dos galões retornam à fábrica e são utilizados.  Os impróprios e quebrados (perdas do processo), são destinados à reciclagem.</p>
<p>Mas é preciso ir além. Por essa razão, estamos fazendo como esforço por um planeta mais limpo e, principalmente, mais consciente, a campanha <em>lixo zero</em>, o objetivo é destinar adequadamente os resíduos que geramos e fazer com que nosso fornecedor tenha também este compromisso. É possível melhorar a destinação do lixo plástico que produzimos. Você sabia, por exemplo, que não adianta fazer coleta seletiva das embalagens plásticas em sua residência se elas não estiverem limpas? Pois é, somente embalagens limpas podem ser recicladas. Essas e muitas outras informações de conscientização serão propagadas numa cartilha que estamos produzindo e logo será distribuída. Fique consciente, o planeta agradece!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Da Redação Leguian</p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Cinco benefícios de beber água em jejum</title>
		<link>https://leguian.com.br/2019/03/25/cinco-beneficios-de-beber-agua-em-jejum/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Mar 2019 15:39:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Água]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>
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					<description><![CDATA[A maior parte do organismo humano é formada por água, 75% dos músculos é água, por exemplo. Portanto, é importante consumir uma boa quantidade de água diariamente para manter a saúde. Com a ingestão de água provocamos uma diurese maior, &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/03/25/cinco-beneficios-de-beber-agua-em-jejum/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2571" style="width: 386px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-2571" decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2571 size-full" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/03/waterglass.jpg" alt="" width="376" height="251" /><p id="caption-attachment-2571" class="wp-caption-text"><em>Dois litros de água por dia é o que a maior parte dos nutricionistas e médico aconselha</em></p></div>
<p>A maior parte do organismo humano é formada por água, 75% dos músculos é água, por exemplo. Portanto, é importante consumir uma boa quantidade de água diariamente para manter a saúde.</p>
<p>Com a ingestão de água provocamos uma diurese maior, o que favorece a eliminação de toxinas e previne algumas doenças.</p>
<p>Os especialistas vão mais longe e insistem na importância do consumo da água em jejum. Mas por quê?</p>
<p>Segundo o Instituto Europeu de Hidratação, a água é o solvente que permite muitas das reações químicas vitais do organismo, ajudando a manter as funções corporais.</p>
<p>Confira abaixo uma lista dos benefícios, segundo o instituto.</p>
<p><strong>Cinco benefícios do consumo de água em jejum:</strong></p>
<ol>
<li>Uma hidratação adequada é importante para o funcionamento correto do cérebro. Quando estamos hidratados adequadamente, as células do cérebro recebem sangue oxigenado e o cérebro permanece alerta.</li>
<li>O consumo adequado de água é essencial para o bom funcionamento dos rins, ajudando-os a eliminar através da urina os resíduos e nutrientes desnecessários.</li>
<li>A água melhora o trato digestivo, já que é necessária na dissolução dos nutrientes para que estes possam ser absorvidos pelo sangue e transportados para as células.</li>
<li>A água também é uma grande aliada da pele, ajudando a manter a elasticidade e a tonicidade.</li>
<li>A água também atua como um lubrificante para os músculos e articulações: ajuda a proteger as articulações e também o melhor funcionamento dos músculos.</li>
</ol>
<p>Carmen García Torrent, nutricionista e licenciada em Ciência e Tecnologia dos Alimentos, afirmou que o recomendável é tomar de um a dois copos de água em jejum e, em seguida, continuar bebendo o líquido o resto do dia até chegar aos dois litros.</p>
<p>A nutricionista também afirmou que, depois da ingestão de água, é preciso esperar pelo menos dez minutos antes de fazer alguma refeição para que a água possa atuar sobre o corpo.</p>
<p><strong>Terapia</strong></p>
<p>A prática do consumo de água com o estômago vazio é muito popular no Japão e os japoneses seguem o que se conhece como &#8220;Terapia da Água&#8221;.</p>
<p>Apesar de não haver estudos que verifiquem isto, a Associação Médica do Japão afirma que este tratamento é eficaz para várias doenças, entre elas, problemas cardíacos.</p>
<p>E, abaixo, veja como é esta terapia:</p>
<ul>
<li>Ao acordar, beba quatro copos de água, antes até de escovar os dentes.</li>
<li>Não se pode beber mais nada até 45 minutos depois de beber a água.</li>
<li>Passado este tempo, a pessoa pode comer e beber normalmente.</li>
<li>Até duas horas depois do café da manhã também não se pode comer nem beber nada.</li>
<li>A água deve estar na temperatura ambiente ou morna, preferivelmente. E não deve conter flúor ou outros químicos.</li>
</ul>
<p><strong>Efeitos negativos</strong></p>
<div id="attachment_2572" style="width: 310px" class="wp-caption alignleft"><img aria-describedby="caption-attachment-2572" decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-2572 size-medium" src="http://leguian.com.br/wp-content/uploads/2019/03/agua-com-limao-foto-BBC-Thinkstock.jpg" alt="" width="300" height="169" /><p id="caption-attachment-2572" class="wp-caption-text"><em>Carmen García Torrent afirma que a água em jejum tem mais benefícios se ingerida com limão (Foto: divulgação BBC/ThinkStock)</em></p></div>
<p>A sede é um reflexo da desidratação e, por isso, é aconselhado não esperar sentir sede para beber água.</p>
<p>Mas, segundo a nutricionista Carmen García Torrent, ingerir água em excesso também é prejudicial.</p>
<p>&#8220;Beber mais de três litros de água pode ter efeitos negativos para saúde.&#8221;</p>
<p>&#8220;Ao urinar, a pessoa não elimina apenas água, também perde sais minerais. Se beber muita água, faz os rins trabalharem mais sem necessidade&#8221;, disse.</p>
<p>De qualquer forma, Carmen afirmou que é muito raro que as pessoas cheguem a beber três litros de água por dia, a não ser nos casos em que a pessoa faça muito exercício e o clima esteja muito quente.</p>
<p>Fonte: <span style="text-decoration: underline; color: #0000ff;"><strong>BBC</strong></span></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A atuação discreta e vital do magnésio em nosso corpo</title>
		<link>https://leguian.com.br/2019/02/28/a-atuacao-discreta-e-vital-do-magnesio-em-nosso-corpo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Feb 2019 21:20:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[leguian mais]]></category>
		<category><![CDATA[magnésio]]></category>
		<category><![CDATA[nutrir]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Ferro, cálcio, fósforo, iodo, magnésio, zinco, potássio, selênio, sódio, flúor, entre outros. É extensa a lista de minerais importantes para a saúde do corpo humano. Suas funções são bastante variadas e podem ir desde o crescimento dos ossos até &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2019/02/28/a-atuacao-discreta-e-vital-do-magnesio-em-nosso-corpo/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter wp-image-2530 size-full" src="http://riosrf.org/wp-content/uploads/2019/02/mg.jpg" alt="" width="650" height="433" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ferro, cálcio, fósforo, iodo, magnésio, zinco, potássio, selênio, sódio, flúor, entre outros. É extensa a lista de minerais importantes para a saúde do corpo humano. Suas funções são bastante variadas e podem ir desde o crescimento dos ossos até no equilíbrio necessário dos líquidos e substâncias presentes em nosso organismo. A deficiência na concentração de qualquer um deles interfere diretamente no funcionamento do corpo.</p>
<p>Neste artigo trataremos especificamente do magnésio, que, por estar envolvido em mais de 300 processos metabólicos em nosso corpo, sendo requerido por todas as células do corpo, do cérebro, inclusive, é um dos sais minerais mais importantes para nossa saúde. Mesmo assim, nem sempre ele recebe a devida atenção. Dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) revelam que o consumo médio do brasileiro, está em torno de 162 mg por dia; quando o ideal é de 310 mg (mulheres adultas) a 420 mg (homens adultos) por dia.</p>
<p><strong>Saúde</strong></p>
<p>O papel do magnésio em nosso organismo está ligado de forma direta e imprescindível à realização de importantes processos metabólicos, como a manutenção da glicemia e da insulina em níveis normais, por exemplo.</p>
<p>O que acontece quando há deficiência de magnésio em nosso organismo? Às vezes, os indicativos da carência de magnésio podem ser facilmente observados, como cãibras ou dores musculares, dores no pé e espasmos, entre outros. Todavia, nem sempre os sintomas da deficiência aparecem de forma clara, podendo, com o passar dos anos e de forma silenciosa, comprometer a saúde sob a forma de diabetes e pressão alta, ou até mesmo insônia, ansiedade, alteração do humor e depressão.</p>
<p><strong>Fontes</strong></p>
<p>Frutas, legumes e verduras são as principais fontes de magnésio. Sendo que os campeões em concentração do mineral são a salsa, a cebola e o coentro desidratado, respectivamente, com 698 mg, 404 mg e 393 mg em cada porção de 100 gramas.</p>
<p>A água também pode ser uma via de aporte e reposição de magnésio. Em geral, o mineral já está presente na água, numa concentração que varia de 0,2 a 3,6 mg/L. Por se tratar de uma categoria de água que pode ser enriquecida em sua composição, as águas adicionadas de sais minerais podem contribuir com relevância nessa dieta e na manutenção dos teores de magnésio no organismo, bem como de outros sais minerais.</p>
<p>A <strong>Leguian Mais</strong> é um exemplo. Sua composição carrega uma concentração de 40 mg/L de magnésio. A ingestão de um litro corresponde 12,5% da necessidade diária do mineral para, por exemplo, uma mulher adulta. De acordo com a Nutrir &#8211; Consultoria em Nutrição, de Brasília, existem formas criativas e saudáveis de aumentar essa ingestão, como o preparo de sucos ricos em magnésio. Veja abaixo algumas receitas.</p>
<h3><strong>Receitas de sucos de frutas</strong></h3>
<p><strong>Suco de maracujá com banana</strong><strong> </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="161">
<p style="text-align: center;"><strong>Ingredientes</strong></p>
</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;"><strong>Medida Caseira</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="98"><strong>Quantidad</strong><strong>e em gramas/ml</strong></td>
<td width="222">
<p style="text-align: center;"><strong>Modo de preparo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161">Maracujá</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">2 unidades</p>
</td>
<td width="98">
<p style="text-align: center;">60</p>
</td>
<td rowspan="3" width="222">
<ol>
<li>Separar e pesar todos os ingredientes;</li>
<li>Bater o maracujá e a <em><strong>Água</strong></em> <em><strong>Leguian Mais</strong></em> no liquidificador;</li>
<li>Coar as sementes;</li>
<li>Acrescentar e bater a banana junto ao suco de maracujá;</li>
<li>Sirva gelado;</li>
</ol>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161">Banana Prata</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">1 unidade média</p>
</td>
<td width="98">
<p style="text-align: center;">80</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161"><em><strong>Água Leguian Mais</strong></em></td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">2 copos americanos</p>
</td>
<td width="98">
<p style="text-align: center;">300</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Se necessário, adoce a gosto (açúcar demerara, adoçante).</em></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><strong><br />
Suco de tamarindo <a href="https://collegepridepress.com/what-to-do-if-you-take-too-much-pre-workout" title="too much pre workout" style="text-decoration:none;color:#333;">too much pre workout</a> com laranja</strong><strong> </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td style="text-align: center;" width="161"><strong>Ingredientes</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="161"><strong>Medida Caseira</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="104"><strong>Quantidade </strong><strong>em   gramas/ml</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="216"><strong>Modo de preparo</strong></td>
</tr>
<tr>
<td width="161">Tamarindo</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;"><strong> </strong>3 unidades</p>
</td>
<td width="104">
<p style="text-align: center;"><strong> </strong>20</p>
</td>
<td rowspan="3" width="216">
<ol>
<li>Separar e pesar todos os ingredientes;</li>
<li>Descascar o tamarindo;</li>
<li>Retirar a sementes do tamarindo;</li>
<li>Retirar o sumo da laranja;</li>
<li>Bater no liquidificador a <strong><em>Água Leguian Mais</em></strong>, tamarindo e o sumo da laranja;</li>
<li>Servir gelado;</li>
</ol>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161"><strong> </strong>Laranja da terra</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;"><strong> </strong>1 unidade pequena</p>
</td>
<td width="104">
<p style="text-align: center;"><strong> </strong>70</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161"><strong><em>Água Leguian Mais</em></strong></td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">2 copos americanos</p>
</td>
<td width="104">
<p style="text-align: center;">300</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Se necessário, adoce a gosto (açúcar demerara, adoçante)</em></p>
<hr />
<h3>Receitas de sucos, combinações de frutas e hortaliças:</h3>
<p><strong>Suco de salsa com abacaxi</strong><strong> </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="161">
<p style="text-align: center;"><strong>Ingredientes</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="161"><strong>Medida Caseira</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="104"><strong>Quantidade </strong><strong>em   gramas/ml</strong></td>
<td width="216">
<p style="text-align: center;"><strong>Modo de preparo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161">Salsa</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">3 colheres de sopa</p>
</td>
<td width="104">
<p style="text-align: center;">15</p>
</td>
<td rowspan="3" width="216">
<ol>
<li>Separar e pesar todos os ingredientes;</li>
<li>Lavar a salsinha;</li>
<li>Picar o abacaxi e separar duas fatias grandes;</li>
<li>Bater no liquidificador o abacaxi, a salsa e a <strong><em>Água Leguian Mais</em></strong>;</li>
<li>Coar o suco;</li>
<li>Servir gelado;</li>
</ol>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161">Abacaxi</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">2 fatias grandes</p>
</td>
<td width="104">
<p style="text-align: center;">200</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161"><strong><em>Água Leguian Mais</em></strong></td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">2 copos americanos</p>
</td>
<td width="104">
<p style="text-align: center;">300</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Se necessário, adoce a gosto (açúcar demerara, adoçante)</em></p>
<hr />
<p><strong>Suco de espinafre com beterraba</strong><strong> </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="161">
<p style="text-align: center;"><strong>Ingredientes</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="161"><strong>Medida Caseira</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="106"><strong>Quantidade </strong><strong>em   gramas/ml</strong></td>
<td width="214">
<p style="text-align: center;"><strong>Modo de preparo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161">Espinafre fresco</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">3 xícaras pequenas</p>
</td>
<td width="106">
<p style="text-align: center;">90</p>
</td>
<td rowspan="3" width="214">
<ol>
<li>Separar e pesar todos os ingredientes;</li>
<li>Lavar bem o espinafre;</li>
<li>Descascar a beterraba</li>
<li>;Bater no liquidificador o espinafre, a beterraba e a <strong><em>Água Leguian Mais</em></strong>;</li>
<li>Coar o suco;</li>
<li>Servir gelado;</li>
</ol>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161">Beterraba</td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">1 unidade</p>
</td>
<td width="106">
<p style="text-align: center;">50</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="161"><strong><em>Água Leguian Mais</em></strong></td>
<td width="161">
<p style="text-align: center;">2 copos americanos</p>
</td>
<td width="106">
<p style="text-align: center;">300</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Se necessário, adoce a gosto (açúcar demerara, adoçante)</em></p>
<hr />
<h3 style="text-align: left;">Receitas de sucos elaborados:</h3>
<p><strong>Suco de maracujá com couve e beterraba</strong><strong> </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="145">
<p style="text-align: center;"><strong>Ingredientes</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="159"><strong>Medida Caseira</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="125"><strong>Quantidade em gramas/ml</strong></td>
<td width="213">
<p style="text-align: center;"><strong>Modo de preparo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="145">Maracujá</td>
<td width="159">
<p style="text-align: center;">2 unidade</p>
</td>
<td width="125">
<p style="text-align: center;">60</p>
</td>
<td rowspan="4" width="213">
<ol>
<li>Separar e pesar todos os ingredientes;</li>
<li>Lavar bem a couve;</li>
<li>Descascar a beterraba;</li>
<li>Bater no liquidificador o maracujá, a couve, beterraba e <strong><em>Água Leguian Mais</em></strong>;</li>
<li>Coar o suco;</li>
<li>Servir gelado;</li>
</ol>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="145">Couve</td>
<td width="159">
<p style="text-align: center;">1 folha grande</p>
</td>
<td width="125">
<p style="text-align: center;">10</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="145">Beterraba</td>
<td width="159">
<p style="text-align: center;">½ beterraba</p>
</td>
<td width="125">
<p style="text-align: center;">25</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="145"><strong><em>Água Leguian Mais</em></strong></td>
<td width="159">
<p style="text-align: center;">2 copos americanos</p>
</td>
<td width="125">
<p style="text-align: center;">300</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Se necessário, adoce a gosto (açúcar demerara, adoçante)</em></p>
<hr />
<p><strong>Suco de inhame, laranja e banana</strong><strong> </strong></p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td width="154">
<p style="text-align: center;"><strong>Ingredientes</strong></p>
</td>
<td style="text-align: center;" width="153"><strong>Medida Caseira</strong></td>
<td style="text-align: center;" width="114"><strong>Quantidade </strong><strong>em   gramas/ml</strong></td>
<td width="221">
<p style="text-align: center;"><strong>Modo de preparo</strong></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="154">Inhame</td>
<td width="153">
<p style="text-align: center;">1 unidade pequena</p>
</td>
<td width="114">
<p style="text-align: center;">55</p>
</td>
<td rowspan="4" width="221">
<ol>
<li>Separar e pesar todos os ingredientes;</li>
<li>Descascar e picar o inhame;</li>
<li>Espremer o sumo da laranja;</li>
<li>Bater no liquidificador o inhame, laranja e banana e <strong><em>Água Leguian Mais</em></strong>;</li>
<li>Servir gelado;</li>
</ol>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="154">Laranja da terra</td>
<td width="153">
<p style="text-align: center;">1 unidade</p>
</td>
<td width="114">
<p style="text-align: center;">70</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="154">Banana nanica</td>
<td width="153">
<p style="text-align: center;">1 unidade</p>
</td>
<td width="114">
<p style="text-align: center;">80</p>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="154"><strong><em>Água Leguian Mais</em></strong></td>
<td width="153">
<p style="text-align: center;">2 copos americanos</p>
</td>
<td width="114">
<p style="text-align: center;">300</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>*Se necessário, adoce a gosto (açúcar demerara, adoçante)</em></p>
<p>Para saber mais sobre a <strong>Leguian Mais</strong> visite o <strong><a href="http://www.leguian.com.br/">site</a> </strong>ou ligue para (21) 97551-6000 (WhatsApp)</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://leguian.com.br/2019/02/28/a-atuacao-discreta-e-vital-do-magnesio-em-nosso-corpo/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Fim das &#8220;camisas&#8221; nos galões agora é lei</title>
		<link>https://leguian.com.br/2018/09/03/fim-das-camisas-nos-galoes-agora-e-lei/</link>
					<comments>https://leguian.com.br/2018/09/03/fim-das-camisas-nos-galoes-agora-e-lei/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Sep 2018 12:33:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir do dia 29 de junho de 2018, entrou em vigor a Lei Estadual 8.015, que proibiu o uso dos filmes plásticos envolventes em garrafões de água de 10 e 20 litros. A medida entende que as chamadas “camisas” &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2018/09/03/fim-das-camisas-nos-galoes-agora-e-lei/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir do dia 29 de junho de 2018, entrou em vigor a Lei Estadual 8.015, que proibiu o uso dos filmes plásticos envolventes em garrafões de água de 10 e 20 litros. A medida entende que as chamadas “camisas” poderiam – apesar de os clientes gostarem muito – oferecer algum tipo de risco ao consumidor pela possibilidade do desenvolvimento de fungos por conta do abafamento do garrafão ainda úmido. Assim, a remoção do filme plástico deverá eliminar por completo esse risco.</p>
<p>A Leguian está atenta às determinações da legislação que rege o segmento da indústria e comércio de águas. Antes mesmo que fosse sancionada pelo Governador Luiz Fernando Pezão, a medida foi informada aos clientes e o envolvimento dos garrafões em filme foi prontamente retirado do processo industrial.</p>
<p>Os clientes Leguian, que estavam acostumados a receber o galão com a camisa, passaram a receber a partir do dia 18 os produtos já com o novo rótulo adesivo da empresa, que está ainda mais bonito, agora em 3D.</p>
<p>De acordo com Danielle Mendes, diretora da Leguian, a lei traz ainda um ganho secundário ao se enquadrar também em outro dos propósitos da Leguian: a opção pela diminuição do descarte de lixo. Ela explica que na empresa, as compras são feitas tentando sempre diminuir ao máximo o que é possível em termos de embalagens.</p>
<p>“O novo adesivo retorna varias vezes no mesmo garrafão. O lixo gerado agora fica resumido à tampa e ao lacre. Oferecer maior segurança ao consumidor final e à sociedade é uma preocupação constante da Leguian. Sendo assim, entendemos que a Lei 8.015 é importante e representa um avanço dentro do setor. Sua chegada visa assegurar maior segurança alimentar e ambiental”, afirma.</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>Muito mais que água</title>
		<link>https://leguian.com.br/2018/08/01/muito-mais-que-agua/</link>
					<comments>https://leguian.com.br/2018/08/01/muito-mais-que-agua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 17:33:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[nutraceuticos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://leguian.com.br/?p=418</guid>

					<description><![CDATA[Por Thais Martins, Engarrafador Moderno &#160; O mercado de água mineral vem se ampliando. Os brasileiros estão buscando muito mais do que uma bebida purificada, com baixo índice de sódio, pH alcalino. Atualmente, a demanda é por produtos saborizados e &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2018/08/01/muito-mais-que-agua/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Por Thais Martins, Engarrafador Moderno</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O mercado de água mineral vem se ampliando. Os brasileiros estão buscando muito mais do que uma bebida purificada, com baixo índice de sódio, pH alcalino. Atualmente, a demanda é por produtos saborizados e com adição de ingredientes que contribuem para a promoção do bem-estar, longevidade e promoção da saúde. E, isso é possível com os acréscimos de vitaminas, fibras, minerais, colágenos e outros ingredientes.</p>
<p>“Os consumidores conhecem e sabem a qualidade da nossa água mineral e aos poucos também conhecerão todos os produtos saudáveis da Bioleve”, Luiz Tojo, diretor da Bioleve</p>
<p>“Existe uma classe de consumidores, com padrão social mais elevado, mais exigente na escolha de produtos considerados mais saudáveis por possuírem vitaminas, fibras, colágeno e outros ingredientes funcionais. Inclusive, a recuperação do poder aquisitivo é um dos fatores que nos faz acreditar que 2018 será um ano melhor do que o passado, período com muitas chuvas e temperaturas não tão elevadas, o que não contribuiu para as vendas de água mineral”, acredita o diretor industrial da Bioleve, Luiz Tojo.</p>
<p>“É preciso despertar nos compradores um entendimento de diversificação para aumentar a oferta. Isso gera aumento de consumo e rentabilidade”, Martin Ruette, CEO da Genina Lindoya</p>
<p>A Genuina Lyndoia produz água saborizada com fibras prebióticas desde 2013. “A representatividade deste tipo de produto ainda é muito pequena, entretanto existe um sentimento de que este caminho está começando a se abrir e a crescer no Brasil”, prevê o presidente e CEO da companhia, Martin Ruette, que complementa: “o mercado de águas saborizadas passa por um momento difícil em função de posicionamento em gôndola. Hoje não existe um entendimento de espaço para esses tipos de produtos no Brasil, como ocorre em países mais desenvolvidos, com maior oferta.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Investimentos</strong></p>
<p>De olho nos hábitos da população, que vem cada vez mais adicionando frutas, flores e ervas para deixar a água mais atraente, a Coca-Cola Brasil lançou a Crystal Sparkling, bebida refrescante e com um leve toque de sabor, feita com água gaseificada e aromas naturais nos sabores limão e camomila, e tangerina e capim limão, disponíveis em embalagens PET de 510 ml e latas sleek de 310ml. Seu desenvolvimento foi feito por um grupo de profissionais diversificado: uma especialista em gastronomia, um mestre em plantas e ervas, um pesquisador de bebida, uma aromaterapeuta e um bartender, que tiveram a missão de criar uma bebida leve, simples e refrescante.</p>
<p>“A Coca-Cola Brasil identificou uma oportunidade no mercado de bebidas ainda pouco explorada pelos demais players no Brasil, mas que é tendência e cresce aceleradamente em países como EUA e Grã-Bretanha: oferecer um produto feito apenas com água gaseificada, aromas naturais e sem adoçamento, corantes ou conservantes. Com esse lançamento, além de oferecer uma maior variedade de produtos aos consumidores, a companhia espera continuar o processo de investimento em novas categorias e a consolidação como uma empresa total de bebidas”, diz a gerente de hidratação, Mariana Branco.</p>
<p>A Ouro Fino fabrica águas saborizadas desde 2005. Recentemente, a empresa entendeu que precisava lançar algo mais nesse segmento de saudáveis e, então, desenvolveu a Ouro Fino Plus Up, rica em colágeno e fonte de vitaminas. “Desde fevereiro de 2017 é possível encontrar o produto nos sabores tangerina, limão, pêssego e maçã. Além disso, também colocamos à disposição do mercado água saborizada com adição de colágeno e vitaminas B3, B6, B12, C e E, sem glúten e zero açúcar em sua fórmula. São produtos desenvolvidos para um público, homens e mulheres de todas as idades, que se preocupa com a saúde e com a beleza, e querem ter cuidados com o corpo e hidratação”, revela o CEO, Marcelo Marques.</p>
<p>Com 24 anos de mercado, a Bioleve investe em tecnologia de produção e envasamento para fabricação de uma linha diversificada de bebidas, com mais de 50 produtos como refrescos, sucos, chás, isotônico, refrigerantes, energéticos, colágeno e água de coco. De todo o portfolio, a água mineral é a mais impactante nas vendas da empresa e receberá, no segundo semestre de 2018,um forte investimento em embalagem: a inovação do vidro no envase das águas minerais, o Bioleve Glass.</p>
<p>Outro segmento que a empresa tem investido é o de bebidas saudáveis. “Fomos pioneiros ao lançar o primeiro colágeno líquido do mercado brasileiro: o Bioleve Colágeno 10, que marcou a nossa entrada no segmento de alimentos funcionais”, destaca Tojo.Feito com zero açúcar e gordura, o Colágeno 10 equivale a 10 gramas de colágeno, fibras alimentares e vitaminas essenciais para a firmeza e elasticidade da pele.</p>
<p>Na proteção das articulações, o produto representa 25% de toda a proteína presente no organismo humano. O diretor Sylvio Parente complementa que a credibilidade da companhia será uma grande aliada nas vendas das bebidas funcionais. “Não temos pressa em conquistar mercados. Os consumidores conhecem nossa água mineral e aos poucos conhecerão todos os nossos produtos, todos feitos com a puríssima água Bioleve. Esse é o nosso grande diferencial.”</p>
<p>De acordo com Ruette, a Genuina Lyndoia é a única empresa brasileira a conquistar o prêmio de melhor água funcional na Drinktech, na Alemanha. “A AcquaFibra equivale a 14 folhas de alface, ou 22 ameixas, ou cinco barras de cereais, não tem sódio ou calorias, e auxilia no processo digestivo, fluxo intestinal, saciando a fome e melhorando a saúde. Nossa água saborizada com fibras prebióticas foi destaque em 2013. Fomos a primeira empresa no mundo que conseguiu estabilizar a fibra prebiótica em bebidas sem a necessidade de refrigeração. Temos patente do processo já emitida em vários países, inclusive no Japão. No momento aguardamos a patente em vários outros países. Levamos oito anos para desenvolver e conseguir finalizar o produto.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sustentabilidade</strong></p>
<p>Marques destaca que a água mineral da Ouro Fino vem de uma única fonte, que é preservada há 120 anos. “Precisamos de investimentos sustentáveis para preservar esta fonte inesgotável. Acreditamos que o ideal é ter a planta fabril própria próxima à fonte para garantir o caminho desta água sem contaminação, preservando seus componentes químicos naturais. Somos a única envasadora de água mineral natural no Brasil que possui uma área de preservação de 6 milhões de metros quadrados longe de áreas urbanas. Esse cinturão verde preserva e garante a renovação da nossa fonte e a qualidade para o consumidor, certificada em nosso moderno laboratório para análises bacteriológicas e físico-químicas, além das análises externas e câmaras de desinfecção dos garrafões vazios com luz ultravioleta.”</p>
<p>Além do investimento em sustentabilidade, o foco da Ouro Fino também está voltado para pesquisas de mercado para aprimorar ou lançar produtos, e embalagens diferenciadas. “Hoje somos uma das três maiores indústrias envasadoras do produto na região Sul e asseguramos aos nossos clientes uma bebida, preservada por um cinturão verde, com menos sódio, pH alcalino, magnésio, potássio e bicarbonato, que fazem dela um produto com qualidades digestivas. Sustentabilidade sempre está no radar. Um outro exemplo é a utilização de 23% a menos de plástico na linha Ouro Fino Leve”, pontua o CEO.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Posicionamento X Legislação </strong></p>
<p>Para o CEO da Genuina Lyndoia, no Brasil ainda existe, por parte dos supermercados e seus compradores, uma resistência com relação a introdução de produtos inovadores, que possuem maior valor agregado. “Ainda escutamos que é uma bebida cara. É comum encontrar nos supermercados produtos inovadores, como a nossa água saborizada com fibras prebióticas, junto com as águas importadas. Um posicionamento totalmente errado, o que confunde o consumidor e prejudica a introdução e a divulgação destes itens. É preciso despertar nos compradores um entendimento de diversificação para aumentar a oferta. Isto gera aumento de consumo e rentabilidade. Podemos ver isso nitidamente em países mais avançados como nos EUA onde a diversificação é enorme e o mercado é gigante.”</p>
<p>A partir do momento que aditivos são introduzidos no processo, o tratamento de efluente tem que ser revisto. Segundo Ruette, é preciso investir em misturadores, pasteurizadores, além do tratamento de resíduos. “São aportes altos para a indústria de água mineral que usa somente o processo de filtração. O tratamento de resíduos de uma planta de água mineral, por exemplo, tem exigências diferentes das plantas que utilizam produtos agregados, como aromas, suco de frutos etc.”</p>
<p>E os entraves seguem na legislação também. “No exterior, água mineral com gás adicionada de suco de limão é vendida exatamente assim. No Brasil teria que ser enquadrada como refrigerante, a legislação é muito falha. As grandes multinacionais do setor estão começando a trazer e testar este tipo de produto aqui, o que pode ajudar a desenvolver o mercado. Mas, é preciso cooperação dos órgãos públicos e a legislação precisa ser atualizada e condizente com o resto do mundo. Para se ter uma ideia, água mineral natural no Brasil pertence ao Ministério de Minas e Energia, e é considerada minério e não alimento. Já a água saborizada, se for adicionada com fruta pertence ao Ministério da Agricultura, e se usar aroma, pode ser enquadrada no Ministério da Saúde. Isso muda completamente a relação da empresa com os órgãos governamentais e suas exigências”, explica Ruette.</p>
<p>Água Thermal com embalagem especial Desde 2016, o Brasil abarca uma diversificação de produção de águas premium somada à entrada das águas termais no setor de dermocosméticos. O cenário mostra que o mercado brasileiro já entendeu que não é só para matar a sede que o consumidor compra água.</p>
<p>O segmento da beleza, saúde e bem-estar segue em franca expansão. De acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec), o Brasil é um dos maiores mercados de beleza do mundo, sendo o primeiro em cirurgias plásticas e perfumaria. O país se posiciona como o segundo em cuidados com o cabelo e é o terceiro em cosméticos. Para 2018, a projeção de crescimento nominal gira em torno de 7,5% em relação a 2017, segundo a Abihpec.</p>
<p>As águas premium e termais são produtos diferenciados que têm o design de embalagem como parte fundamental da cadeia produtiva. O desafio de criação da embalagem é ainda maior, ao considerar o potencial de posicionamento desses produtos no mercado, ante a grande gama de itens do gênero disponível nas gôndolas. Ao entrar nesse mercado, a Hidrobrás Águas Minerais do Brasil, responsável pelas marcas Ingá e Suiá, busca associar a credibilidade da sua marca ao novo item.</p>
<p>“A Água Thermal é uma tendência mundial de uso, em sua maioria, por mulheres. Como está diretamente ligada ao nosso produto – a água mineral – a Água Thermal Ingá vem com o intuito de agregar valor à marca Ingá, que há 45 anos traduz qualidade em sua linha de produtos envasados”, explica Guilherme Rosa Araújo, diretor da Hidrobrás.</p>
<p>Todas as propriedades da água termal (PH mais equilibrado, altas concentrações de minerais benéficos para a pele, estimulante natural para a renovação celular, dentre outras) somadas à inovação que o produto traz para o mercado, foram a fonte de inspiração para o desenvolvimento da embalagem da Água Thermal Ingá. “Como esse item abre um novo mercado para a empresa, o desafio foi trabalhar a identidade de algo diferenciado aos já presentes no portfólio, mas que levasse o nome da companhia de forma a associar a qualidade desse lançamento à credibilidade da marca Ingá”, explica Araújo.</p>
<p>A embalagem possui um design limpo e elegante. A opção pelo uso de um recipiente em metal e em spray respeita a cadeia de logística reversa e imprime uma identificação com produtos de beleza. O tom branco perolado de toda a embalagem, somado à imagem da água em movimento trazem um ar sofisticado, bem como o símbolo real que coroa o nome da marca Ingá, reforçando o produto como premium. Uma fonte leve, delicada e sem serifas foi escolhida para reforçar essas referências.</p>
<p>O destaque dos benefícios da água termal e da Ingá fazem a associação entre o produto e o valor da marca. “A importância do design nas gôndolas é essencial para chamar atenção e provocar o consumidor a pegar o produto para ler e conhecer, mesmo que ele não compre, mas que lhe chame a atenção.</p>
<p>Ainda não é possível mensurar o crescimento nas vendas, uma vez que o produto está há poucos meses no mercado. Contudo, os números aumentam a cada dia e reconhecemos a importância estratégica da embalagem nesse processo”, afirma Araújo, da Hidrobrás/Ingá.</p>
<p><strong>Reportagem publicada originalmente no site Engarrafador Moderno, em 13 de julho de 2018</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Segurança, qualidade, saúde na água</title>
		<link>https://leguian.com.br/2018/07/19/seguranca-qualidade-saude-na-agua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Jul 2018 17:45:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Qualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>
		<category><![CDATA[Produtos]]></category>
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					<description><![CDATA[Entregar saúde através da água. Esse é o objetivo da Leguian, que trabalha cada detalhe do seu processo industrial com foco na qualidade e segurança alimentar . O conceito de qualidade de vida é cada vez mais abrangente. Conforme adotamos &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2018/07/19/seguranca-qualidade-saude-na-agua/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Entregar saúde através da água. Esse é o objetivo da Leguian, que trabalha cada detalhe do seu processo industrial com foco na qualidade e segurança alimentar</em></strong></p>
<p><span style="color: #ffffff;">.</span></p>
<p>O conceito de qualidade de vida é cada vez mais abrangente. Conforme adotamos um novo hábito mais saudável ou melhoramos processos internos, desdobramos nossa percepção e começamos a notar pontos aos quais pouco havíamos dado atenção até então, mas que, com nossa ampliação de percepção, tornam-se tão evidentes que não conseguimos mais deixar passar despercebidos. Segurança alimentar, por exemplo, é um dos itens dessa lista.</p>
<p>Quando os holofotes começaram a ser apontados para a qualidade do alimento que estava sendo colocado à mesa das pessoas, imediatamente deu-se início ao processo e todas as etapas da cadeia que conduziram aquele alimento até aquele prato começaram a ser revistas, minuciosamente revistas. Os ganhos foram enormes, irreversíveis e podem ser observados para onde se volte o olhar. Está presente em um bife, através do processo de rastreabilidade que acompanha todas as etapas de sua vida; está presente até mesmo na água. Sim, água é alimento também e requer um trabalho considerável para chegar ao consumidor nas condições ideais.</p>
<p>Na Leguian, a segurança da água não está apenas na preocupação com a qualidade da água que sai dos mananciais em Cachoeiras de Macacu, RJ, mas está em todo o processo produtivo. As boas práticas de fabricação norteiam o processo desde a captação até a liberação final dos lotes após as análises microbiológicas, passando pelo envase. Para sair da fábrica, a água passa por um laboratório equipado para acompanhar sua qualidade no momento do envase, onde encontrará galões que acabaram de passar por um processo de higienização extremamente cuidadoso.</p>
<p>Danielle Mendes, diretora da Leguian, explica que a maior preocupação é garantir o máximo de segurança ao cliente. A própria empresa já nasceu dentro da ótica da segurança alimentar. “Trabalhamos nos últimos quatro anos para aperfeiçoar nossa qualidade. Entendemos que esta é uma busca diária. Hoje, além dos processos desenvolvidos nas boas práticas de fabricação da indústria, com extremo cuidado não só na lavagem dos galões como na assepsia de toda a produção, temos parcerias com o laboratório externo Baktron e com a Bas Consultoria, uma empresa especializada em água para auditar nossos processos e constantemente confrontar nossa expertise em produzir uma água segura e nutritiva para o cliente Leguian”, destaca.</p>
<p><strong>Além da segurança</strong><br />
Danielle ressalta ainda que os produtos da Leguian vão além da segurança e garantia de qualidade – o que se espera minimamente de qualquer produto. A proposta é fazer bem à saúde do consumidor. Dentro de um conceito nutracêutico, no qual alimentos são enriquecidos para potencializar os benefícios à saúde, a Leguian oferece produtos com teores de minerais como magnésio, potássio e cálcio adicionados para cada necessidade.</p>
<p>Atualmente, a empresa oferece como leque de produtos a Leguian, uma água leve com pH neutro, e a Leguian Mais, que é uma água que faz a diferença por sua maior quantidade de magnésio do que as águas comuns e pH alcalino (8,0), o que é altamente desejável para o organismo.</p>
<p>“Fizemos uma opção desde o início: a qualidade. Entendemos que essa qualidade deve estar não só nos nossos processos produtivos, como também na forma como lidamos com a natureza ao nosso redor. Destinamos resíduos para reciclagem, preservamos a vegetação nativa, buscamos soluções que não agridam o meio ambiente e respeitem o planeta. Além de tudo, que façam bem à saúde das pessoas”, explica Danielle.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Água Adicionada de Sais Minerais X Água Mineral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lívia Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Mar 2018 13:37:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A principal diferença entre Água Mineral Natural e Água Adicionada de Sais Minerais é que a água adicionada em seu processo de envase recebe um enriquecimento de sais minerais previsto pela ANVISA e em proporções determinada por profissional habilitado de &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2018/03/29/agua-adicionada-de-sais-minerais-x-agua-mineral/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A principal diferença entre Água Mineral Natural e Água Adicionada de Sais Minerais é que a água adicionada em seu processo de envase recebe um enriquecimento de sais minerais previsto pela ANVISA e em proporções determinada por profissional habilitado de acordo com as características especificas da água em questão.</p>
<p>Ao contrário do que se pensa uma água mineral não é obrigatoriamente própria para consumo humano ou melhor que uma adicionada de sais. Existem minerais boas e ruins. Existem adicionadas boas e ruins.O segredo é olhar o rótulo e ver sua composição e então decidir a melhor para o seu tipo de necessidade. <strong><a href="http://www.tnh1.com.br/noticias/noticias-detalhe/geral/agua-mineral-ou-adicionada-de-sais-veja-a-diferenca/?cHash=66839a80becfbd8d4a41447d7f18cdaf">Mais informações<br />
</a></strong><br />
<strong>Água adicionada de sais</strong><br />
É a água para consumo humano envasada contendo um ou mais dos compostos previstos <a style="text-decoration: none; color: #333;" title="can pilates help lose weight" href="https://mycyfitness.com/">can pilates help lose weight</a> no regulamento da ANVISA. Não deve conter açúcares, adoçantes, aromas ou outros ingredientes. É uma água que pode ou não ser de uma fonte natural.</p>
<p>Água adicionada de sais minerais é purificada balanceada com pelo menos um dos seguintes sais, de grau alimentício: bicarbonato de cálcio, bicarbonato de magnésio, bicarbonato de potássio, bicarbonato de sódio, carbonato de cálcio, carbonato de magnésio, carbonato de potássio, carbonato de sódio, cloreto de cálcio, cloreto de magnésio, cloreto de potássio, cloreto de sódio, sulfato de cálcio, sulfato de magnésio, sulfato de potássio, sulfato de sódio, citrato de cálcio, citrato de magnésio, citrato de potássio e citrato de sódio e envasada.</p>
<p>Ela deve possuir características próprias e estar em conformidade com os padrões físico-químicos e microbiológicos definidos em Resolução da ANVISA. <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua_mineralizada">Saiba mais</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Água Mineral Natural</strong><br />
Obtida diretamente de fontes naturais ou por extração de águas subterrâneas (poços) e envasada.</p>
<p>Para ser considerada uma água mineral natural precisa ter quantidade mínima de sais minerais, estabelecidos em legislação específica. É o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) quem verifica as informações e concede a classificação.</p>
<p>O objetivo é comprovar a quantidade mínima de sais minerais contidos na água, sua potabilidade e os limites máximos para substâncias que podem ser nocivas ao ser humano.</p>
<p>A água mineral natural não pode passar por processos que alterem suas características naturais, tais como adição ou remoção de sais minerais, processos de equilíbrio de PH ou outros. <strong><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81gua_mineral">Saiba mais</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Curiosidades sobre a água</strong><br />
A água é uma substância química muito ativa que tem grande facilidade de dissolver e reagir com outras substâncias, tanto inorgânicas como orgânicas. Seu poder ionizante e sua constante dielétrica são muito elevadas. É o solvente mais empregado e difundido. É interessante lembrar que a água, na Natureza, não contém sempre o total de minerais dissolvidos e na quantidade suficiente que os organismos animais necessitam. Sabe-se que apenas em valores médios, ela supre menos do que 5% dessas necessidades diárias.</p>
<p>Possivelmente a dureza* da massa aquática alcalina (maior quantidade de cálcio, magnésio e micronutrientes ) não seja o fator intrinsecamente protetor, porém um líquido mais leve*, de menor concentração de sais, por ser deficiente em tais elementos será ácido e assim podendo deslocar vários elementos, entre eles os metais pesados, portanto com tendência de se formarem substâncias tóxicas até sob ação de atuantes organismos, em pH mais baixo, sendo em princípio mais rica em complexos com gradientes ou não de toxicidade.</p>
<p>Outra curiosidade é que o solo pode servir de filtro e/ou depósito natural. Dacach, (1990), relata que “séculos antes de Cristo, os chineses abriam poços com até 450 metros de profundidade para obter água boa para beber” e que “ os egípcios cavaram a terra ao redor do rio para obter água boa, porque não podiam beber a água do rio”, como também que na Bíblia, a palavra água é citada cerca de 500 vezes, traduzindo sua importância para os antigos hebreus. Em “êxodos 15 e 17 sobre à peregrinação dos hebreus em companhia de Moisés, que batendo no rochedo em Horeb, obtinha água para o povo beber”, referindo-se ao lençol freático em rocha arenosa ali existente. Já, “em um dos poços de José tinha-se 90 metros de profundidade onde era extraída água de boas características, pelo do esforço de um burro.”</p>
<p>No Livro Sagrado diz-se que Moisés, o verdadeiro “pai da engenharia sanitária”, adocicou as águas amargas de Marah, lançando dentro delas um lenho que o Senhor lhe havia mostrado; ainda que Elisha curou uma cisterna lançando sal em seu interior”, (Dacach, 1990).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Definições para águas</strong></p>
<p><strong><br />
</strong><strong>• Água para consumo humano</strong><br />
Água potável destinada à ingestão, preparação e produção de alimentos e à higiene pessoal, independentemente da sua origem;</p>
<p><strong>• Água potável<br />
</strong>Água para consumo humano cujos parâmetros microbiológicos, físicos, químicos e radioativos atendam ao padrão de potabilidade e que não ofereça riscos à saúde.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Definições de águas engarrafadas existentes no Brasil</strong></p>
<p><strong>• Água Mineral Natural</strong><br />
É a água obtida diretamente de fontes naturais ou por extração de águas subterrâneas. É caracterizada pelo conteúdo definido e constante de determinados sais minerais, oligoelementos e outros constituintes considerando as flutuações naturais;</p>
<p><strong>• Água Natural</strong><br />
É a água obtida diretamente de fontes naturais ou por extração de águas subterrâneas. É caracterizada pelo conteúdo definido e constante de determinados sais minerais, oligoelementos e outros constituintes, em níveis inferiores aos mínimos estabelecidos para água mineral natural. O conteúdo dos constituintes pode ter flutuações naturais;</p>
<p><strong>• Água Adicionada de Sais</strong><br />
É uma água para consumo humano purificada e envasada, contendo 30mg/L de um ou mais dos sais: Cálcio, Potássio, Sódio e Magnésio, com tipos e quantidades previstas e regulamentadas na RDC 274 ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária). Não deve conter açúcares, adoçantes, aromas ou outros ingredientes.</p>
<p>A água adicionada de sais, pouco difundida ainda no Brasil, é muito consumida internacionalmente. Este produto apresenta uma opção à água mineral.</p>
<p>A oferta de diversos tipos de água busca atender as necessidades particulares de diferentes clientes. O importante é que cada consumidor possa avaliar as suas necessidades e ter opções.</p>
<p>Em uma água adicionada de sais é permitido regular o PH tornando-o mais alcalino, fazer a purificação e ainda balancear com uma quantidade maior de sais do que a usualmente encontrada nas minerais aumentando assim a oferta de minerais para os consumidores.</p>
<p>Para uma indústria de água adicionada de sais funcionar é necessário que tenha um químico responsável, siga padrões estabelecidos pela vigilância sanitária que incluem POPS (Procedimento Operacional Padrão), cursos de BPF ( Boas práticas de fabricação) para todos os funcionários, análises de seus produtos e efluentes, políticas adequadas de descartes entre outras. Todos os poços devem estar legalizados no órgão competente. Esclareça-se que nenhum alimento pode ser comercializado sem que haja legislação regulamentando sua venda para consumo humano. A água adicionada de sais é regulamentada pelo Ministério da Saúde nos termos da Portaria 2914/2011 e pela ANVISA consoante RDC 275/2002, RDC 274/2005 e RDC 173/2006.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>CURIOSIDADES</strong><br />
Algumas definições de água engarrafada no mundo</p>
<p><em><strong>Natural water</strong></em><br />
Água obtida através de fontes naturais subterrâneas.</p>
<p><strong><em>Spring water</em></strong><br />
Água de surgência que pode fluir naturalmete ou ser captada através de bomba. Deve ter um conteúdo total de sólidos dissolvidos (TDS) em qualquer nível.</p>
<p><strong><em>Mineral water</em></strong><br />
Água captada de uma fonte subterrânea que pode fluir naturalmente para a superfície ou nãoa. Deve ter um conteúdo mínimo de 250 mg / L de sólidos dissolvidos totais (TDS). No Canadá a água mineral deve ser ozonizada antes de ser engarrafada.</p>
<p><em><strong>Glacial Water</strong></em><br />
Água proveniente de fontes naturais de geleiras.</p>
<p><strong><em>Demineralized Water</em></strong><br />
Água tratada que deve ter um teor total de sólidos dissolvidos (TDS) não superior a 10 mg / L. O tratamento utilizado pode ser: osmose reversa, deonização e ou qualquer outro tratamento aprovado no país em questão.</p>
<p><strong><em>Prepared water</em></strong><br />
Origina-se de qualquer tipo de abastecimento (natural ou não), deve ser submetida a tratamento que modifique a água original para cumprir os requisitos de segurança química, microbiológica e radiológica para a água pré-embalada.Pode ser enriquecida de sais.</p>
<p><strong><em>Purified water</em></strong><br />
Água que foi filtrada ou processada mecanicamente para remover impurezas e torná-la adequada para uso. A água purificada por outros processos, incluindo ozonização, osmose reversa, filtração de carbono, microfiltração, ultrafiltração, oxidação ultravioleta etc e enriquecida com sais minerais.</p>
<p>Veja outros tipos existentes no mundo no link: http://www.bottledwater.org/types/bottled-water</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>*Nota:<br />
1- Aditivos químicos são substâncias que são adicionadas aos alimentos com o propósito de manter ou modificar o seu sabor ou melhorar a sua aparência.</p>
<p><strong>Fontes utilizadas:</strong><br />
<strong><a href="http://www.anvisa.gov.br/anvisalegis/portarias/1469_00.htm">Anvisa &#8211; Portarias</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://portal.anvisa.gov.br/documents/33916/394219/RDC_274_2005.pdf/19d98e61-fa3b-41df-9342-67e0167bf550">Anvisa &#8211; Documentos</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.cbwa.ca/index.php/bottled-water-facts/what-is-bottled-water.html">CBWA</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.nestle-waters.com/brands/water-quality/purified-water">Nestlè</a></strong></p>
<p><strong><a href="http://www.daxia.com.br/index.php/os-aditivos-quimicos-e-suas-funcoes/">Daxia</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>BAKTRON realiza acompanhamento de qualidade de produto e lançamento de efluentes para nossa água</title>
		<link>https://leguian.com.br/2017/06/28/baktron-realiza-acompanhamento-de-qualidade-de-produto-e-lancamento-de-efluentes-para-nossa-agua/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leguian]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2017 12:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[BAKTRON realiza acompanhamento de qualidade de produto e lançamento de efluentes para a Mineradora Onitauá. Atenta à qualidade de seu produto e ao cuidado com o meio ambiente, a Mineradora Onitauá, produtora da água Leguian, vem fazendo um acompanhamento contínuo &#8230; <a href="https://leguian.com.br/2017/06/28/baktron-realiza-acompanhamento-de-qualidade-de-produto-e-lancamento-de-efluentes-para-nossa-agua/">leia mais</a>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<header class="entry-header">
<h1 class="entry-title">BAKTRON realiza acompanhamento de qualidade de produto e lançamento de efluentes para a Mineradora Onitauá.</h1>
</header>
<div class="entry-content">
<p>Atenta à qualidade de seu produto e ao cuidado com o meio ambiente, a Mineradora Onitauá, produtora da água Leguian, vem fazendo um acompanhamento contínuo da água que produz, assim como dos efluentes lançados, através de análises laboratoriais com a Baktron. Este acompanhamento é complementar às análises que são realizadas diariamente em seu próprio laboratório, localizado na planta de envase.</p>
<p><a href="http://baktron.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/04/galao-leguian.jpg"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-538 alignleft" src="http://baktron.com.br/blog/wp-content/uploads/2017/04/galao-leguian-300x168.jpg" alt="galao leguian" width="300" height="168" /></a></p>
<p>São realizadas rotineiramente análises microbiológicas completas em todos os pontos de captação, nos reservatórios, no setor de envase, na água de rinsagem dos galões, assim como no produto acabado. Semestralmente é feita a análise físico-química completa em seu produto, além da análise dos efluentes lançados.</p>
<p>Mensalmente é emitido um certificado para a empresa indicando que o acompanhamento vem sendo realizado conforme o projeto. Sem dúvida um trabalho pioneiro e que demonstra a o cuidado com o cliente e com o meio ambiente. Parabéns Onitauá!</p>
</div>
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